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Com Alcolumbre, Motta e Dino, STF debate emendas parlamentares

A pedido de Flávio Dino, relator das ações, STF realiza audiência pública sobre emendas parlamentares nesta sexta (27/6)

atualizado

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Com a presença dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza audiência pública sobre emendas parlamentares nesta sexta-feira (27/6). O encontro começou por volta das 9h e foi convocado pelo relator do tema na Corte, ministro Flávio Dino.

A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo. A intenção é reunir contribuições técnicas que ajudem nos processos em andamento.

Cerca de 30 pessoas de diversos setores darão contribuições. Os representantes do Poder Legislativo pretendem levar ao STF a insatisfação com as recentes decisões de Dino sobre as emendas. Além de defenderem a execução desses repasses.

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A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo
O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF
Ministro do STF Flávio Dino
Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia
O ministro Flávio Dino, durante sessão do STF
Supremo Tribunal Federal (STF) realiza, na manhã desta sexta-feira (27/6), audiência pública da Segunda Turma para debater a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas
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Supremo Tribunal Federal (STF) realiza, na manhã desta sexta-feira (27/6), audiência pública da Segunda Turma para debater a constitucionalidade das emendas parlamentares impositivas

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A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo
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A audiência pública discute a obrigatoriedade de execução de emendas parlamentares individuais e de bancada de caráter impositivo

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O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF
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O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF

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Ministro do STF Flávio Dino
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Ministro do STF Flávio Dino

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Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia
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Hugo Motta entrou na mira de Trump por conta do PL da Anistia

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O ministro Flávio Dino, durante sessão do STF
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O ministro Flávio Dino, durante sessão do STF

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Senador Davi Alcolumbre
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Senador Davi Alcolumbre

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Estátua da Justiça no STF com Congresso ao fundo
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Estátua da Justiça no STF com Congresso ao fundo

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O evento é realizado nesta sexta, das 9h às 17h, na sala de sessão da Segunda Turma do STF.

Veja quem participa:

Bloco 1

9h – Abertura dos Trabalhos – ministro Flávio Dino;
9h15 – Walfrido Jorge Warde Júnior e Rafael Ramires Araújo Valim – Partido Socialismo e Liberdade (PSol);
9h30 – Katia Cilene Brembatti – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji);
9h45 – Ingo Wolfgang Sarlet – professor titular de direito constitucional do Programa e Pós-Graduação em Direito da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS);
10h – Élida Graziane Pinto – professora de Finanças Públicas da FGV;
10h15 – Fernando Facury Scaff – professor Titular de Direito Financeiro da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP);
10h30 – Marilda de Paula Silveira – vice-Coordenadora Geral do Transparência Eleitoral Brasil;
10h45 – Heleno Taveira Torres – professor Titular do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP);
11h – Gabrielle Tatith Pereira – advogada-geral do Senado Federal;
11h15 – Felipe Scudeler Salto – economista-chefe da Warren Investimentos;
11h30 – Hélio Martins Tollini – consultor de Orçamentos aposentado da Câmara dos Deputados e Especialista em Finanças Públicas;
11h45 – Paulo Bijos – consultor de Orçamento da Câmara dos Deputados.

Bloco 2 – Órgãos e entidades

12h30 – deputado Hugo Motta – presidente da Câmara dos Deputados;
13h – senador Davi Alcolumbre – presidente do Senado Federal;
13h30 – ministro Jorge Messias – advogado-geral da União;
Gláucio Rafael da Rocha Charão – subsecretário de Gestão Orçamentária (Ministério do Planejamento e Orçamento); Regina Lemos de Andrade – secretária-adjunta substituta da Secretaria de Gestão e Inovação (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos); Dárcio Guedes Júnior – diretor-executivo do Fundo Nacional de Saúde (Ministério da Saúde) e Ronald da Silva Balbe – secretário Federal de Controle Interno (Controladoria-Geral da União);
14h – ministro Jorge Oliveira – vice-presidente do Tribunal de Contas da União;

Bloco 3 – Amici curiae e inscritos habilitados

14h20 – Luis Telesca e Roberto Livianu – Instituto Não Aceito Corrupção – INAC;
14h30 – Juliana Sakai – Transparência Brasil;
14h40 – Guilherme France – Transparência Internacional – Brasil;
14h50 – Paula Carolina de Oliveira Azevedo da Mata – Observatório da Qualidade da Lei/UFMG (LegisLab);
15h00 – Renato Ramalho – Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (Anape);
15h10 – Hélder Rebouças – Consultor de Orçamentos do Senado Federal;
15h20 – Márcia Maria Barreta Fernandes Semer – Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia (APD);
15h30 – Igor Ferrer – Conselho Nacional de Fomento e Colaboração (Confoco);
15h40 – Mayra Goulart da Silva – Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Laboratório de Partidos Eleições e Política Comparada (LAPPCOM);

Bloco 4

15h50 – Procuradoria-Geral da República;
16h10 – Encerramento – ministro Flávio Dino.

Emendas ao orçamento

A falta de critérios de rastreabilidade e transparência na execução de emendas motivou mais uma crise entre os Poderes no final ano passado. Em uma série de decisões, o ministro Flávio Dino, do STF, determinou a criação de mecanismos para dar transparência à execução dessa fatia do orçamento indicada por parlamentares.

A interferência do Judiciário, entretanto, desagrada os parlamentares. O conflito entre o Congresso Nacional e o STF, inclusive, atrasou a aprovação da peça orçamentária deste ano. A matéria foi aprovada por deputados e senadores somente em março e sancionada em abril.

A pressão foi aliviada quando Dino homologou o plano de trabalho firmado entre os três Poderes. Entre outras providências, ficou estabelecido que seria publicizada a relação de parlamentares que apoiaram ou solicitaram emendas de comissão. Ainda assim, as emendas continuam sob o escrutínio do STF em diversas ações.

Durante a tramitação da Lei Orçamentária de 2025, deputados e senadores reservaram quase R$ 50,4 bilhões às emendas parlamentares. Desse total, mais de R$ 24 bilhões são de emendas individuais. Na peça orçamentária, estão previstas emendas de três tipos: individuais, de bancada e de comissão.

Este ano, a liberação de emendas parlamentares — importante instrumento de negociação entre Planalto e Congresso — caminha a passos lentos. Nas últimas semanas, na tentativa de contornar a crise relacionada às medidas fiscais do governo, o Executivo acelerou as liberações. O montante passa de R$ 1,9 bilhão.

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