Moraes: Castro permitiu cenário para “atividades espúrias” na Refit
Cláudio Castro foi alvo da Operação Sem Refino, nesta sexta-feira (15/5), deflagrada pela Polícia Federal
atualizado
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A Polícia Federal aponta que o ex-governador Claúdio Castro teria permitido um cenário para “atividades espúrias” no Rio de Janeiro, atribuídas à Refit Refinaria, empresa ligada ao empresário Ricardo Magro.
“O cenário propício para as atividades espúrias do conglomerado foi construído com a anuência do Estado, notadamente do então Chefe do Poder Executivo, o então Governador Claúdio Castro”, informa a decisão.
Castro alvo de operação
A Polícia Federal realizou, nesta sexta-feira (15/5), a Operação Sem Refino, deflagrada para apurar a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis suspeito de usar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Ao todo, são 17 mandados de busca e apreensão. Entre os alvos, está o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. A autorização é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota, a defesa de Castro afirma que foi surpreendida com a operação de hoje, mas ressaltou que o ex-governador “está à disposição da Justiça para dar todas as explicações convicto de sua lisura”.
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