Mauro Cid pede a Moraes autorização para ir ao aniversário da avó

Pedido cita caráter humanitário e excepcional e ocorre enquanto o ex-ajudante ainda cumpre restrições como o uso de tornozeleira eletrônica

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Mauro Cid durante primeira Turma 1 do Supremo Tribunal Federal STF comecou a interrogar os reus do nucleo 1 por participacao na suposta trama golpista - Metrópoles 2
1 de 1 Mauro Cid durante primeira Turma 1 do Supremo Tribunal Federal STF comecou a interrogar os reus do nucleo 1 por participacao na suposta trama golpista - Metrópoles 2 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A defesa do ex-ajudante de ordens Mauro Cid pediu ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorização para que ele possa comparecer ao aniversário da avó.

O ex-braço direito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de sair de casa aos fins de semana.

O pedido encaminhado ao Supremo solicita liberação excepcional para que Cid participe da comemoração, marcada para 1º de novembro.

Os advogados sustentam que o pedido tem caráter humanitário e excepcional, argumentando que a pena imposta a Cid no julgamento da trama golpista — de dois anos — já teria sido integralmente cumprida, mas que ele segue cumprindo as cautelares.

Em setembro, a defesa havia solicitado a extinção da pena, alegando cumprimento total da sanção. À época, Moraes rejeitou o pedido sob o argumento de que a condenação ainda não havia transitado em julgado. Apesar disso, os advogados reiteraram o pedido em nova manifestação encaminhada nesta sexta-feira (24/10).

PGR não pretende recorrer

Após a publicação do acórdão, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, endossou o entendimento de que não pretende recorrer da pena imposta pelos ministros da Primeira Turma a Mauro Cid.

Gonet tem dito a auxiliares que a pena poderia ser maior, sobretudo porque, nas alegações finais, apontou omissão de Cid e propôs reduzir apenas um terço da pena.

Apesar da discordância, o PGR não cogita recorrer da decisão da Turma. Entre todos os condenados do núcleo 1, Cid foi o único que escapou de sanções severas, como a perda da patente — embora tenha pedido baixa do Exército.

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