Manifestação contra prisão adia julgamento do “Faraó dos Bitcoins”

A sessão on-line no Tribunal Regional Federal da 2ª Região sofreu interrupções por mais 300 pessoas que pediam a liberdade do acusado

atualizado

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Glaidson Santos e Mirelis Zerpa, investigados pela PF por sonegação fiscal e fraude ao sistema financeiro
1 de 1 Glaidson Santos e Mirelis Zerpa, investigados pela PF por sonegação fiscal e fraude ao sistema financeiro - Foto: Reprodução

Rio de Janeiro – Manifestações de mais 300 pessoas contra a prisão e solicitação da defesa adiaram o julgamento do pedido de liberdade em sessão on-line no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) do ex-garçom  Glaidson Acácio dos Santos, dono da GAS Consultoria e Tecnologia, mais conhecido como “Faraó dos Bitcoins”. Com isso, a audiência desta terça-feira (19/10) foi adiada para o próximo dia 26.

A sessão foi tumultuada. Os novos advogados constituídos por Glaidson pediram para ter mais tempo para analisar o caso. Como a sessão virtual era aberta, houve interrupções por comentários escritos e de áudio dos mais de 300 participantes que acompanhavam o processo e pediam liberdade para o ex-garçom.

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Dinheiro apreendido pela PF no âmbito da Operação Kryptos no Rio de Janeiro
PF apreende dinheiro na Operação Kryptos
Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó das Bitcoins
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Glaidson Acácio dos Santos, o Faraó das Bitcoins

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Dinheiro apreendido pela PF no âmbito da Operação Kryptos no Rio de Janeiro

Divulgação Polícia Federal do Rio de Janeiro
PF apreende dinheiro na Operação Kryptos
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PF apreende dinheiro na Operação Kryptos

O desembargador federal Flávio Lucas afirmou que, se as manifestações continuassem, a próxima sessão será fechada com a participação  apenas desembargadores, advogados, procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e servidores. Além de Glaidson, seriam julgados ainda os pedidos de liberdade de outros dois réus.

Preso no dia 25 de agosto, Glaidson, a esposa dele, a venezuelana Mirelis Zerpa, e mais 15 pessoas foram denunciados pelos procuradores do MPF pelos crimes de organização criminosa; operação de instituição financeira sem autorização; gestão fraudulenta; e emissão, oferecimento ou negociação irregular de valores mobiliários.

A pedido da Polícia Federal, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 38 bilhões em nome da empresa GAS Consultoria e Tecnologia LTDA 2015. A decisão atinge quatro contas da companhia e outras em nome de Glaidson.

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