Governo muda classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos

Objetivo é indicar a faixa etária recomendada para o uso do YouTube. Segundo o Ministério da Justiça, há conteúdos prejudiciais no site

atualizado

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Pessoa segurando um celular com logo do YouTube, aparecendo televisão ao fundo - Metrópoles
1 de 1 Pessoa segurando um celular com logo do YouTube, aparecendo televisão ao fundo - Metrópoles - Foto: Getty Images

governo federal mudou a classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos, após nota técnica do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) apontar a presença de conteúdos possivelmente nocivos para adolescentes.

A mudança atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) Digital, com base nas alterações aprovadas em 2025 e que estão em vigor desde março deste ano, com o objetivo de proteger crianças e adolescentes no ambiente virtual.

A lei também exige verificação rigorosa de idade (além da autodeclaração), veda o uso de dados de menores para publicidade comercial, obriga o controle parental, combate a pornografia e violência online, e impõe a remoção rápida de conteúdos nocivos pelas plataformas.

A nota técnica que muda a classificação do YouTube ressalta a circulação de animações como um dos fatores para a mudança e cita a “Novela das Frutas”, conteúdo feito com uso de inteligência artificial (IA) que viralizou nos últimos meses, como exemplo.

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Outras redes também foram reclassificadas em abril
O YouTube poderá recorrer da nova classificação
Novelas de frutas que viralizaram nas redes foram citadas pelo governo
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Novelas de frutas que viralizaram nas redes foram citadas pelo governo

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Outras redes também foram reclassificadas em abril
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Outras redes também foram reclassificadas em abril

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O YouTube poderá recorrer da nova classificação
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O YouTube poderá recorrer da nova classificação

Foto: Freepik

No fim de abril, outras plataformas também foram reclassificadas: TikTok, Kwai e WhatsApp passaram a ter classificação indicativa de 16 anos.

A nova faixa etária estabelecida, no entanto, funciona como alerta e não bloqueia automaticamente o acesso à plataforma. O YouTube pode recorrer da reclassificação em até 10 dias após a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

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