Em Goiânia, religiosos fazem carreata contra o STF e restrições; vídeo

Grupo saiu da porta da Assembleia Legislativa e percorreu ruas e avenidas da cidade. Igrejas funcionam em Goiás com 30% da capacidade

atualizado

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marcha da família pela liberdade, goiânia
1 de 1 marcha da família pela liberdade, goiânia - Foto: Reprodução

Goiânia – Uma carreata organizada por religiosos que são contra as medidas de restrição percorreu na manhã deste domingo (11/4) as ruas e avenidas de Goiânia. Eles manifestaram contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que concede a estados e municípios o poder de decisão sobre a realização de missas e cultos, no período de pandemia.

O movimento faz parte da onda de manifestações que ocorre em algumas cidades do Brasil, com o nome Marcha da Família Cristã pela Liberdade. Em Goiânia, ela foi liderada pelo deputado federal Vitor Hugo (PSL), ex-líder do governo na Câmara.

Em vídeo para convidar as pessoas para a manifestação, o deputado alegou a tese do direito de ir e vir, de trabalhar e exercer a fé. “A liberdade é um bem e um direito essencial à vida. Não existe dignidade humana sem liberdade”, disse.

O grupo se reuniu às 9 horas em frente ao prédio da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), no Setor Oeste. De lá, carros e motos percorreram algumas das principais vias da capital goiana, seguindo atrás de um carro de som, cujo locutor dizia frases favoráveis à retomada dos cultos, do retorno às aulas presenciais e abertura total do comércio.

Veja imagens da carreata:

Igrejas funcionam com limite de 30%

Apesar da manifestação, as igrejas não só de Goiânia, mas de todo o Estado puderam retomar as missas e cultos presenciais a partir do dia 31 de março, quando encerrou o período de 14 dias de fechamento, conforme a regra do decreto estadual.

A condição imposta é de que as igrejas e templos religiosos funcionem com 30% da capacidade. Um novo fechamento estava previsto para a próxima quarta-feira (14/4), mas o Governo de Goiás deve suspender o decreto e manter o funcionamento das atividades.

A decisão recairia, dessa forma, aos gestores municipais. O texto do decreto estadual tem validade até a terça-feira (13/4) e prevê a alternância entre 14 dias de funcionamento e 14 dias de fechamento.

Na sexta-feira (9/4), a Secretaria de Estado da Casa Civil informou que não deve reeditar um novo texto, mas, sim, suspender o que está em vigor, deixando em aberto sobre o funcionamento das atividades consideradas não essenciais. Entre elas, estão as igrejas e templos religiosos.

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