Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Eduardo Paes veta “Dia da Cegonha Reborn” no Rio: "Não dá"

Prefeito do Rio de Janeiro publicou foto do veto e declarou: "Com todo respeito aos interessados, mas não dá"

02/06/2025 10:45, atualizado 02/06/2025 13:57
Compartilhar notícia
Rafaela Felicciano/Metrópoles
Rio de Janeiro (RJ), 21/11/20. Eduardo Paes conversa com Raquel Sheherazade para o Metrópoles Entrevista. Eduardo Paes, candidato à prefeitura do RJ. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Paes (PSD), vetou integralmente o Projeto de Lei nº 1892/2023, que colocava o “Dia da Cegonha Reborn” no calendário oficial da cidade e que seria comemorado em 4 de setembro. Nas redes sociais, Paes publicou o veto nesta segunda-feira (2/6).

“Com todo respeito aos interessados, mas não dá”, reforçou o prefeito na legenda da imagem do veto. A temática sobre bebês reborn ganhou destaque nas redes sociais nos últimos meses, com a divisão dos usuários sobre o assunto.

Eduardo Paes veta “Dia da Cegonha Reborn” no Rio: “Não dá” - destaque galeria
8 imagens
Vídeo viral com Bebê Reborn reacende debate sobre afeto e fantasia
Os bebês reborn surgiram na década de 1990, nos Estados Unidos
Bebê reborn é usado em terapias para pessoas com Alzheimer, depressão, ansiedade e até para mães que perderam filhos
Advogado nega ações envolvendo bebês reborn
Os bebês reborn se popularizaram no Brasil no início dos anos 2000
Eduardo Paes veta “Dia da Cegonha Reborn” no Rio: “Não dá” - imagem 1
1 de 8

Getty Images
Vídeo viral com Bebê Reborn reacende debate sobre afeto e fantasia
2 de 8

Vídeo viral com Bebê Reborn reacende debate sobre afeto e fantasia

@nanereborns/Instagram/Reprodução
Os bebês reborn surgiram na década de 1990, nos Estados Unidos
3 de 8

Os bebês reborn surgiram na década de 1990, nos Estados Unidos

Esra Bilgin/Anadolu Agency via Getty Images
Bebê reborn é usado em terapias para pessoas com Alzheimer, depressão, ansiedade e até para mães que perderam filhos
4 de 8

Bebê reborn é usado em terapias para pessoas com Alzheimer, depressão, ansiedade e até para mães que perderam filhos

Esra Bilgin/Anadolu Agency via Getty Images
Advogado nega ações envolvendo bebês reborn
5 de 8

Advogado nega ações envolvendo bebês reborn

Getty Images
Os bebês reborn se popularizaram no Brasil no início dos anos 2000
6 de 8

Os bebês reborn se popularizaram no Brasil no início dos anos 2000

Arquivo pessoal
Cada peça demanda até 15 dias de trabalho artesanal
7 de 8

Cada peça demanda até 15 dias de trabalho artesanal

Arquivo pessoal
Bebê reborn
8 de 8

Bebê reborn

Arquivo pessoal

A proposta vetada por Paes havia sido aprovada pela Câmara Municipal do Rio em 7 de maio. De acordo com a justificativa do texto, o nascimento de um bebê é um momento “singular na vida de uma mulher, e não é diferente para as mamães reborn”.

Esses bebês são enviando por “cegonhas”, nome dado às artesãs que customizam as bonecas. O projeto seria para homenagear essas artesãs, criadoras dos reborn.

“Os reborns são bebês extremamente realistas, fabricados artesanalmente por ‘cegonhas’, ou seja, artesãs que se utilizam de técnicas para simular traços reais de vida nos reborns, geralmente tendo por base a descrição da idealização de um bebê recém-nascido ou a fotografia de um filho”, dizia o texto do projeto.

O autor do projeto, o vereador Vitor Hugo (MDB), dizia na proposta que bebês reborn não servem apenas para a diversão, uma vez que há relatos de casos em que são usadas como terapia por psicólogos.

“Nos casos de falecimento de um filho recém-nascido, o bebê reborn é utilizado por um curto período, sempre sob orientação profissional, auxiliando no processo de recomposição da mãe ou o pai enlutado”, justificou.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters