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Brasil

Dino diz que PF abriu inquérito para investigar a morte de Heloísa

O ministro de Justiça e Segurança Pública (MJSP) afirmou que ainda não pode decidir sobre instituições envolvidas no óbito da menina Heloísa

16/09/2023 18:02, atualizado 16/09/2023 18:28
Vinícius Schmidt/Metrópoles
ministro flávio dino câmeras fardas - Metrópoles

O ministro de Justiça e Segurança Pública (MJSP), Flávio Dino, se manifestou nas redes sociais após a morte da menina Heloísa dos Santos Silva, 3 anos, neste sábado (16/9). Ela havia sido baleada na coluna e na cabeça durante uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, no começo deste mês.

Ele adiantou que a Polícia Federal (PF) elaborou um inquérito policial, que será encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF) e à Justiça.

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Heloísa estava com os pais e uma irmã quando foi baleada
Heloísa, de 3 anos, foi baleada em ação da PRF no Rio de Janeiro
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Heloísa, de 3 anos, foi baleada em ação da PRF no Rio de Janeiro

Reprodução/ Facebook
Heloísa estava com os pais e uma irmã quando foi baleada
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Heloísa estava com os pais e uma irmã quando foi baleada

Reprodução/Redes sociais

Dino afirmou que a responsabilidade do crime está em apuração desde sexta-feira (8/9), data do crime.

A PRF também elaborou uma nota de pesar sobre o assunto, divulgada pelo ministro, na qual presta condolências e solidariedade à família da menina.

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Veja a manifestação do ministro:

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes também se manifestou sobre o assunto nas redes sociais, demonstrando indignação com a morte da menina Heloísa.

Caso Heloísa

Heloísa estava em um carro de passeio com os pais, a tia e uma irmã, quando o veículo passou a ser perseguido por uma viatura da PRF. Os policiais atiraram contra o carro, e a criança foi atingida na coluna e na cabeça.

A perseguição aconteceu em uma via expressa na altura do município de Seropédica (RJ). Os policiais alegaram que o carro tinha registro de roubo, mas o pai da criança alegou que havia comprado o automóvel recentemente e não sabia da irregularidade.

Os policiais foram imediatamente afastados da PRF, e o Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão deles.