“Colômbia” vira réu por assassinato de Dom Phillips e Bruno Pereira

Dom e Bruno foram assassinados em junho de 2022 durante missão na região do Vale do Javari, Amazonas

atualizado

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Manifestação pede justiça para mortes de Dom Phillips e Bruno Pereira. Caso Bruno e Dom - Metrópoles
1 de 1 Manifestação pede justiça para mortes de Dom Phillips e Bruno Pereira. Caso Bruno e Dom - Metrópoles - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

A Justiça Federal tornou réu, na última segunda-feira (22/7), Ruben Dario Villar, o Colômbia, acusado de ser mandante dos crimes que levaram a morte do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, que estavam em missão na região do Vale do Javari, Amazonas.

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Protesto em Londres pede que autoridades brasileiras elucidem o desaparecimento de Dom Phillips e Bruno Araújo
Sian Phillips, Gareth Phillips e Paul Sherwood, parentes do jornalista britânico, participam do protesto
Domonique Davies (direita), sobrinha de Dom Phillips, chora pelo tio
Protesto foi feito em frente à embaixada brasileira em Londres
Jornalista e indigenista foram assassinados no Amazonas
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Jornalista e indigenista foram assassinados no Amazonas

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Protesto em Londres pede que autoridades brasileiras elucidem o desaparecimento de Dom Phillips e Bruno Araújo
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Protesto em Londres pede que autoridades brasileiras elucidem o desaparecimento de Dom Phillips e Bruno Araújo

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Sian Phillips, Gareth Phillips e Paul Sherwood, parentes do jornalista britânico, participam do protesto
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Sian Phillips, Gareth Phillips e Paul Sherwood, parentes do jornalista britânico, participam do protesto

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Domonique Davies (direita), sobrinha de Dom Phillips, chora pelo tio
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Domonique Davies (direita), sobrinha de Dom Phillips, chora pelo tio

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Protesto foi feito em frente à embaixada brasileira em Londres
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Protesto foi feito em frente à embaixada brasileira em Londres

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Arquivo pessoal
Os suspeitos, então, teriam retirado os pertences pessoais das vítimas do barco em que estavam e o afundaram. Em seguida, queimaram os corpos de Dom e Bruno
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Os suspeitos, então, teriam retirado os pertences pessoais das vítimas do barco em que estavam e o afundaram. Em seguida, queimaram os corpos de Dom e Bruno

Redes sociais/reprodução
Dom Phillips, 57 anos, era colaborador do jornal britânico The Guardian. Ele se mudou para o Brasil em 2007 e morava em Salvador, com a esposa
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Dom Phillips, 57 anos, era colaborador do jornal britânico The Guardian. Ele se mudou para o Brasil em 2007 e morava em Salvador, com a esposa

Twitter/Reprodução

Colômbia era líder e financiador de uma associação criminosa armada dedicada à prática de pesca ilegal. O produto era exportado para países vizinhos. O Ministério Público Federal (MPF) entregou a denúncia à Justiça no último dia 5 de junho, data quando o crime completou 5 anos.

De acordo com o MPF, Colômbia, por meio das ações de Amarildo da Costa Oliveira, Jefferson da Silva Lima e Oseney da Costa de Oliveira, que agiam sob o comando do denunciado, matou, por motivo torpe, mediante emboscada e com recurso que dificultou a defesa dos ofendidos, o indigenista Bruno da Cunha Pereira e o jornalista britânico Dominic Mark Phillips. Dom acabou sendo morto como queima de arquivo, para não haver testemunha do crime.

À época do inquérito da Polícia Federal (PF) Bruno Pereira era servidor da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e estava atrapalhando os negócios da organização criminosa, por causa do seu trabalho de fiscalização. Bruno servia de guia do jornalista, que escrevia um livro sobre a Amazônia.

Segundo as investigações, Colômbia era líder de uma organização criminosa que operava de forma estruturada e hierarquizada, visando a obtenção de lucro por meio da pesca e da caça ilegais na Terra Indígena Vale do Javari. O acusado fornecia os recursos materiais, como embarcações, armamento e combustível, necessários à pesca e à caça ilegais e, posteriormente, garantia a aquisição dos produtos ilícitos que eram por ele revendidos em território peruano e colombiano.

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