Boulos acusa governadores de direita de atiçarem intervenção armada

Novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência afirmou que governadores de direita usam crise no Rio para fazer “demagogia eleitoral”

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida do Ministro da secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos - Foto: Luis Nova/Especial Metrópoles @LuisGustavoNova

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSol-SP), afirmou nesta sexta-feira (31/10) que a aliança de governadores de direita que articularam um “consórcio da paz” após a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV) no Rio de Janeiro busca “atiçar intervencionismo estrangeiro contra o Brasil”.

“Governadores de extrema-direita se reuniram para atacar o governo federal e defender a posição de Trump que qualifica o narcotráfico como terrorismo. Não é uma definição ingênua: é a base retórica que os EUA tem usado para justificar intervenção armada na América Latina”, disparou Boulos em postagem nas redes sociais.

Nessa quinta-feira (30/10), seis chefes de governos estaduais se reuniram com o governador do Rio de Janeiro (RJ), Cláudio Castro (PL), no Palácio Guanabara, após a operação que deixou 121 mortos, entre policiais e civis.

Estavam presentes: Celina Leão (PP), vice-governadora do Distrito Federal (DF); Eduardo Riedel (PP), governador do Mato Grosso do Sul (MS); Jorginho Mello (PL), governador de Santa Catarina (SC); Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais (MG); Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás (GO); e Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo (SP), que participou de forma remota.

Durante o encontro, os governadores firmaram acordo para pressionar pela aprovação do projeto de lei que enquadra facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o CV, como organizações terroristas. O governo Lula é contra a proposta por entender que tais grupos não possuem inclinação ideológica.

Segundo o ministro, se os governadores “estivessem de fato preocupados com o combate ao crime organizado teriam dado apoio à PEC da Segurança Pública do governo Lula”.

“Querem apenas usar a crise do Rio de Janeiro para fazer demagogia eleitoral. Lamentável!”, finalizou Boulos.

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