Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Foto de Blog do Noblat
Coluna Blog do Noblat
Blog do Noblat - 22 anos

Se fossem americanos, Flávio e Eduardo pegariam prisão por traição

Programa do Noblat joga por terra a farsa patriota de um clã que virou ventríloquo da Casa Branca

18/07/2026 04:30
Reprodução/YouTube
Flavio e Eduardo Bolsonaro live

No programa do Noblat, a análise sobre o comportamento de Flávio e Eduardo Bolsonaro diante do novo tarifaço de 25% imposto por Donald Trump contra os produtos brasileiros nos faz lembrar daquilo que não deveria ser considerado normal nem tratado de forma leviana: a dupla de herdeiros deveria estar respondendo por crime de traição ao país.

Ao destrinchar a Constituição dos Estados Unidos – especificamente o Artigo Terceiro, Seção 3 -, o jornalista Bob Fernandes apontou que, se os irmãos Bolsonaro fossem cidadãos norte-americanos, o ato de viajar ao exterior para negociar politicamente o adiamento de sanções e, no dia da efetivação das taxas, usar as redes sociais para defender os argumentos de uma potência estrangeira contra o próprio país seria enquadrado formalmente como alta traição. A punição prevista pela lei americana? Prisão perpétua ou pena de morte.

A coluna resgatou a memória recente para provar que o “TariFlávio” e seu clã sempre jogaram contra os interesses nacionais. Foi em completa conexão com os Bolsonaros que Trump, no ano passado, chantageou abertamente o Brasil em um manifesto nas redes exortando o encerramento dos processos contra os golpistas do 8 de janeiro, aplicando logo em seguida um tarifaço de 50% — que depois acabou derrubado pela própria justiça americana por falta de cabimento técnico.

Enquanto a bancada bolsonarista se mantém em um silêncio covarde e ensurdecedor diante do prejuízo bilionário que a indústria nacional sofrerá a partir da próxima semana, parte da grande imprensa insiste no vício do “dois-ladismo”, tentando colocar na mesma balança o esforço legítimo do governo Lula — que realizou mais de 30 reuniões bilaterais para tentar proteger o PIB brasileiro — e o oportunismo rasteiro de um pré-candidato que preferiu se fantasiar de ventríloquo da Casa Branca.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Ficou feio, ficou escancarado e, acima de tudo, ficou registrado como um dos capítulos mais vergonhosos da história política recente.