Na guerra, a primeira vítima é sempre a verdade

Está fechando a estação de rádio mais liberal da Rússia

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Yelena Osipova, sobrevivente do Holocausto, é presa em São Petesburgo após se manifestar contra a invasão russa na Ucrânia - metrópoles
1 de 1 Yelena Osipova, sobrevivente do Holocausto, é presa em São Petesburgo após se manifestar contra a invasão russa na Ucrânia - metrópoles - Foto: Reprodução

A Echo of Moscow, a principal estação de rádio liberal da Rússia, anunciou esta manhã que deixará de operar. A estação era um símbolo da recém-descoberta liberdade da Rússia após o colapso da União Soviética. Agora, torna-se um símbolo da nova e rápida repressão do Kremlin à dissidência após a invasão da Ucrânia.

“A primeira vítima” é o título de um livro com quase 600 páginas do jornalista australiano Phillip Knightley, correspondente de guerra e especialista em espionagem. O livro conta como o jornalismo usou e foi usado para disseminar mentiras durante conflitos bélicos. Cada lado inventa sua versão e tenta emplacá-la.

A guerra do Vietnã foi perdida pelos Estados Unidos em grande parte porque a imprensa americana teve ampla liberdade para cobri-la. Nunca mais teve. A imprensa russa é controlada pelo governo Putin, que a proibiu de usar os termos “invasão”, “guerra” e “massacre” ao se referir ao que se passa na Ucrânia.

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