
Por que o "selo" para pesquisas de Nunes Marques é um absurdo completo
Noblat mostra como o ministro ignora a ciência e vira alvo de críticas ao confundir estatística com adivinhação

No programa do Noblat, a análise política ironiza a mais nova “invenção de moda” no Tribunal Superior Eleitoral.
O presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, propôs a criação de um “selo de acurácia eleitoral” para premiar os institutos de pesquisa que mais se aproximarem do resultado das urnas.
A bancada ridiculariza a medida, classificando-a como intempestiva, maluca e sem qualquer rigor estatístico. Especialistas renomados, como Luciana Chong (diretora do Datafolha) e o cientista político Antônio Lavareda, rechaçaram a proposta lembrando o óbvio: pesquisa é fotografia de momento, não previsão do futuro ou exercício de adivinhação.
O programa expõe o verdadeiro motivo por trás do malabarismo de Nunes Marques: o ministro tenta criar uma cortina de fumaça para se blindar, após se enrolar ao tentar barrar pesquisas legítimas da Atlas Intel que apontavam o desgaste de Flávio Bolsonaro junto ao eleitorado.
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