
Bolsonaro queria começar a semana sem falar de MEC, mas não tem como
Presidente contava que julho seria um mês tranquilo, de ver sua candidatura se aproximando do líder Lula

Jair Bolsonaro queria começar a semana e o mês de julho com o assunto Milton Ribeiro debaixo do tapete. Esquecido e morto. Mas não vai conseguir.
O presidente está diante talvez da pior crise de seu governo, a menos de cem dias da eleição. Agora, a contagem regressiva acelera.
O caso que carimbou a palavra “corrupção” na sua gestão vai seguir o incomodando.
Há centenas de gravações que podem surgir a qualquer momento. Há uma investigação aberta e o caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF).
Qualquer andamento da ação, seja uma notificação a um advogado de Bolsonaro, o assunto seguirá permanentemente na mídia e assombrando o presidente da República.
A campanha do presidente contava com um mês de julho mais leve, com o presidente encostado em Lula nas pesquisas. Parece que assim não será.
