
Banco de Edir Macedo fez o mesmo que o Master
Noblat destrincha a operação contra o líder da Universal por fraudes financeiras graves

No programa do Noblat desta terça-feira (23), a análise política destacou a ação da Polícia Federal contra o Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário do Banco Digimais. A PF investiga o seu banco por suspeitas de fraudes financeiras de grandes proporções. A gravidade da situação culminou no bloqueio judicial de R$ 670 milhões em bens, evidenciando o tamanho do rombo na instituição.
A investigação foi embasada por relatórios do Banco Central – o mesmo órgão que extinguiu o Banco Master de Daniel Vorcaro. Os documentos apontam indícios graves de irregularidades cometidas por Edir Macedo e pela cúpula do Digimais, incluindo a manipulação de balanços e a superavaliação fraudulenta de ativos para forjar uma saúde financeira inexistente.
O avanço das investigações joga luz sobre o aval político e administrativo dado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ao banco de Edir Macedo, e claro, as semelhanças alarmantes com o “modus operandi” do caso Master.
