Travesseiros: veja erros que podem estar comprometendo o seu sono
Pequenos detalhes na escolha do seu travesseiro e dos seus hábitos de limpeza podem estar piorando a qualidade do seu sono
atualizado
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Tudo certo para dormir, mas você não acorda se sentindo tão bem ou renovado. Poucas pessoas imaginam que a idade, o tipo e até mesmo a rotina de limpeza do travesseiro podem ser os verdadeiros vilões por trás de uma noite mal dormida. O travesseiro impacta diretamente na qualidade do seu sono, afetando também a saúde física e mental.
Na hora de comprar um travesseiro novo, é necessário estar atento ao material do enchimento, que vai interferir no conforto, durabilidade e suporte. Entre as mais populares estão a espuma de látex, mais frescas e sustentáveis, ideais para quem vive em regiões mais quentes ou sente muito calor quando dorme, e a espuma de poliuretano, mais compacta e conhecida por sua firmeza e durabilidade. É a escolha ideal para quem dorme de lado.

Depois de escolher o travesseiro ideal para sua rotina, é importante se atentar para o prazo de validade da peça. “Com o tempo, o travesseiro acumula suor, células mortas, poeira e micro-organismos, que podem desencadear ou agravar alergias, dermatites, rinite, asma e até dores musculares na região cervical e da coluna”, afirma Hernani Laurita, coordenador de qualidade da Teka, empresa do setor.
O recomendado é trocar a peça a cada dois anos, em média. Independente do tempo, quando o travesseiro apresenta mau cheiro, perda de volume e forma, além de manchar visíveis, é hora de trocar. Um travesseiro velho pode ser o responsável por dores cervicais e sensação de cansaço ao acordar. Além disso, é importante fazer a troca constante das fronhas e lençóis.
