Festa junina sem culpa: as melhores opções para manter a dieta
As comidas típicas não são as grandes vilãs da festa junina. O desafio está em saber escolher o que colocar no prato
atualizado
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Junho chegou, e com ele a canjica, a pamonha, o pé de moleque e aquela culpa silenciosa de quem está tentando manter o peso. Mas a festa junina não precisa ser inimiga da dieta. O cardápio típico, que parece uma cilada, tem mais saídas do que parece.
O primeiro passo é entender onde estão os excessos de verdade. A canjica tradicional, feita com leite integral, açúcar e leite condensado, pode ultrapassar 360 calorias por porção. A cocada chega a 450 calorias a cada 100 gramas. Esses são os pontos de atenção, não o arraiá inteiro.
Melhores opções salgadas
O milho cozido é uma das opções mais equilibradas da festa junina: tem fibras, gera saciedade e carrega bem menos caloria do que a maioria das opções ao redor. A pipoca feita na panela, sem cobertura açucarada, segue a mesma lógica.
O cuscuz nordestino, simples, com ovo ou legumes, é outro aliado discreto que quase ninguém lembra de mencionar.

Nos pratos salgados, os espetinhos de frango ou carne são ótimas pedidas. Entram como proteína no prato, saciam bem e não chegam nem perto do valor calórico dos doces.
Os caldos, de abóbora ou verde, também funcionam bem: são quentes, confortantes para o inverno e ajudam a chegar nos doces com menos fome.
E a sobremesa?
Por falar em doces, não há muito como escapar deles numa festa junina. Pé de moleque, canjica, pamonha, bolo de fubá: todos têm seu lugar na celebração, e negar isso é um pouco inútil.
O que define se o dia vai ou não comprometer a dieta não é o alimento em si, mas a quantidade. Uma fatia de bolo de milho tem em torno de 190 calorias. O problema começa quando ela vira três. A dica mais honesta que existe é essa: prove, aprecie, mas sirva-se uma vez. O exagero, aqui como em qualquer outra situação, é o verdadeiro vilão.
Uma estratégia que funciona bem: ir à festa no horário de uma refeição principal. Assim, dá para montar um prato completo, com carboidrato, proteína e até um docinho no final, sem precisar empilhar tudo por cima de uma alimentação já feita no dia.
O recado final é simples: a festa junina tem opções ruins, mas também tem opções decentes. Saber diferenciar as duas já resolve boa parte do problema, sem precisar ficar de fora de nada.











