Gênio da escultura, Sergio Camargo também brilhou na poesia, que ganha destaque em mostra inédita no DF

Exposição de Sergio Camargo celebra a força da arte e marca mais um capítulo da atuação cultural do Metrópoles no Teatro Nacional

atualizado

metropoles.com

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Sergio Camargo
1 de 1 Sergio Camargo - Foto: Divulgação

Sergio Camargo, homenageado em uma megaexposição no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. é lembrado sobretudo pela escultura — pelos relevos brancos, pelos cilindros e pelas formas que parecem “respirar luz”. Mas você sabia que ele também escrevia poesia, um gesto íntimo e menos conhecido, que revelava o mesmo impulso de investigação presente em sua obra tridimensional? Esse lado pouco explorado também ganha destaque na mostra, uma realização do Metrópoles que segue em cartaz até 6 de março de 2026.

Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo

A mostra “É Pau, É Pedra…” foi inaugurada na quarta-feira (10/12) em um evento prestigiado por autoridades, convidados e amantes da arte. Além de suas esculturas, a imersão conta com poemas e frases do artista que foram publicadas no livro: Preciosas Coisas Vãs Fundamentais.

Poesias ganham destaque na mostra
Além das criações escultórias de Sergio Camargo

Nos poemas, Camargo explorava ritmo, vazio, silêncio e repetição — elementos que também marcaram a estrutura das suas esculturas. Seus versos funcionavam quase como esboços conceituais: pensamentos condensados, anotações líricas, pequenas arquiteturas verbais que ecoavam sua busca pela síntese e pela pureza formal.

Como:

“Por dever ao
prumo que obriga
me aprumo
e dele não saio”

A escrita, para ele, era um espaço de experimentação. Assim como na escultura, Camargo enxergava a poesia como forma de organização do mundo: cada palavra era um bloco, pausa, intervalo. Cada imagem, um volume à espera de ser moldado.

Essa produção poética revela um artista que pensava a arte de maneira expandida — não apenas no gesto físico de esculpir, mas também na construção de um pensamento sensível, que ganhava corpo tanto na matéria quanto na linguagem.

 

Exposição é uma realização inédita do Metrópoles no DF

A exposição reforça o compromisso do Metrópoles em impulsionar a moda, o esporte, a música e toda a cena cultural brasileira. E o palco escolhido para esse novo movimento foi o emblemático: o Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro.

A exposição, gratuita e aberta ao público a partir de 10 de dezembro, segue até 6 de março e convida os visitantes a experimentar a arte em um espaço que recentemente recebeu o Metrópoles Catwalk — evento que transformou o Distrito Federal no centro da moda nacional, reunindo talentos locais, nomes de São Paulo e do Rio, além de supermodelos e designers que moldam a indústria brasileira.

Serviço

Exposição É Pau, é Pedra…, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
Visitação de 10 de dezembro a 6 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. Diariamente, das 12h às 20h

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