Claudia Meireles

Sergio Camargo: noite histórica e prestigiada marca a estreia de megaexposição inédita do escultor no DF

Autoridades, convidados e representantes da arte e da cultura prestigiaram a abertura da exposição É Pau, É Pedra…, de Sergio Camargo

metropoles.com

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Augusto Costa/Especial para o Metrópoles
Abertura da exposição É pau, É pedra, do artista Sergio Camargo
1 de 1 Abertura da exposição É pau, É pedra, do artista Sergio Camargo - Foto: Augusto Costa/Especial para o Metrópoles

O Teatro Nacional Claudio Santoro viveu uma noite histórica nesta quarta-feira (10/12) ao receber a abertura oficial da megaexposição É Pau, É Pedra…, dedicada ao gênio da escultura brasileira Sergio Camargo. A iniciativa, realizada pelo Metrópoles, marca não apenas a chegada de mais de 100 obras inéditas e raras do artista, mas também o início de uma nova fase do Foyer da Sala Villa-Lobos — revitalizado recentemente e, agora, reafirmado como um dos palcos culturais mais pulsantes do país.

Em um dos momentos mais simbólicos do Teatro desde o início da revitalização, a abertura da exposição reuniu autoridades dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, representantes da cultura, familiares do artista e o público em uma celebração considerada por muitos como um marco para Brasília e para o país.

Uma noite histórica em Brasília

A emoção tomou conta do público desde os primeiros minutos. Muitos visitantes se disseram impactados não apenas pela força das obras, mas pelo reencontro simbólico com o Teatro Nacional — um ícone da cidade que renasce para a cultura.

Abertura da exposição É Pau, É Pedra…, do artista Sergio Camargo

A curadoria de Marcello Dantas, um dos nomes mais respeitados do circuito internacional, foi apontada como fundamental para dar corpo à exposição, que reúne um conjunto raro de obras do artista. Ele destacou a importância histórica de apresentar uma reunião tão expressiva da obra de Sergio Camargo no coração da capital, reforçando como a exposição cria uma ponte entre diferentes momentos da arte do país.

“Sergio Camargo é um acontecimento na história da arte brasileira que é simultâneo ao momento de criação de Brasília, da Bossa Nova, dessa ideia de futuro”, afirmou.
Curador Marcello Dantas

Marcello endossou ainda o diálogo poético entre o artista e Tom Jobim, inspiração para o título da mostra:  “Assim como Jobim transforma o cotidiano em ritmo e poesia, Camargo transforma pau e pedra — matéria bruta — em revelação e forma.”

Presença marcante da família

A abertura teve ainda forte presença de familiares do escultor. A filha de Sergio Camargo, Maria Camargo, emocionou o público ao recordar a convivência com o pai e refletir sobre sua relação com a obra:

“Meu pai era uma pessoa muito particular de se conviver. Quando criança, para mim, era um pouco difícil e curioso entender como era o trabalho dele… Eu tive muito trabalho para ir entendendo quem ele era, como ele era. Embora afetivamente ele fosse muito presente, muito amoroso. Levei só coisas boas dele.”
José Antônio Pessoa; ex-deputada estadual do RJ Aspásia Camargo; Regina Camargo, Maria Camargo, Myra Arnaud Babenco, Clara Camargo, Augusto Camargo e Rodolfo Camargo

Os netos do artista, Augusto, Rodolfo e Clara Camargo, também estiveram presentes e destacaram o sentimento de rever a grandeza de sua produção:

“É um grande prazer para toda a família estar aqui. É bom ver isso, ver que a obra continua viva. É bastante orgulho. A gente realmente não conheceu ele, então eu não tenho vivências com ele, mas eu conheci ele através da obra dele. Todos nós crescemos com a obra dele, ele sempre esteve com a gente. Mas não deixa de ser chocante chegar aqui e ver toda a obra dele, é muito emocionante. Desde pequena eu tenho esse sentimento de: ‘meu Deus, meu avô é gigante’.

A ex-esposa de Sergio Camargo, a ex-deputada estadual do Rio de Janeiro Aspásia Camargo, também enfatizou o simbolismo da exposição no Teatro Nacional:

“Foi um extraordinário esforço trazer tantas obras para este lugar maravilhoso, que é o Teatro Nacional. Acho que as coisas grandes se uniram: a grandeza de Brasília, a grandeza do Teatro Nacional e a grandeza do Sérgio. Esse é um convite para todos entenderem sua obra. Não precisa ser erudito ou sofisticado — é apenas a alegria da forma, da beleza que está em todos nós.”

Um movimento de fortalecimento cultural

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, salientou que este é apenas o primeiro passo de um novo ciclo para o Teatro Nacional:

“Essa exposição marca, no final de ano, a reabertura desse espaço com uma mostra muito significativa para Brasília, e tenho certeza de que é uma de muitas que vão acontecer aqui na cidade.”
Lilian Tahan e governador do DF, Ibaneis Rocha

O ministro Gilmar Mendes, presente na abertura, destacou o legado de Brasília como uma capital que pulsa cultura:

“É extremamente importante que no Brasil se valorize ainda mais a cultura, a arte. Estamos todos orgulhosos em Brasília de contar com isso. O sonho dos fundadores, o sonho de Niemeyer e dos artistas que projetaram esta cidade.”
Ministro do STF Gilmar Mendes discursa

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, celebrou o momento vivido pela cidade e pelo país. Para ela, a reabertura do Teatro Nacional com uma grande exposição é mais do que um evento artístico, é um símbolo do que o Brasil representa culturalmente.

“É muito importante a gente aproveitar esses momentos em que estamos vivendo um reflorecimento, um fortalecimento da arte e da cultura. E isso é incrível para o Brasil, como temos expoentes que conseguem transformar o simples ou nada em algo de valor, que marca a memória do desenvolvimento social. Nas artes está contido o registro da humanidade em cada momento. É a cultura. A cultura que nunca é passado, está sempre no presente”, frisou a ministra Margareth Menezes.
Ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes

Apoio institucional e celebração da reabertura

O presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes, ressaltou o papel da instituição no incentivo à cultura: “A Caixa é um banco que estimula e incentiva muito a cultura do país, nas suas diversas formas. Hoje, temos aqui uma exposição de um artista extremamente renomado. O apoio que o Metrópoles dá ao evento já mostra a importância para Brasília de ter uma exposição dessa natureza, e demonstra o quanto a gente tem de incentivar esse tipo de iniciativa.”

Presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes

Primeiro vice-presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o desembargador Roberval Belinati pontuou que a exposição É Pau, É Pedra… se consolida como um importante marco para a cultura do Distrito Federal.

“A arte é um bem público essencial, que educa, sensibiliza e aproxima o cidadão de valores que sustentam a vida em comunidade e a própria justiça. Sergio Camargo soube revelar poesia na matéria e na pedra, convidando-nos a olhar com atenção as formas, os vazios e a luz”, frisou o desembargador.
1º vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati

O Teatro Nacional reencontra sua vocação

O secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, destacou a conexão estética entre a obra de Camargo e a própria Brasília:

“Essa exposição é de uma magnitude tão grande por conta de uma linguagem muito conexa com Brasília — essa parte da geometria, do construtivismo que Sérgio Camargo implementou. As pessoas passam, veem a obra e conectam diretamente com o estilo da cidade”, comentou. “A Secretaria de Cultura se sente muito honrada em participar desse processo, não só pelo equipamento que é o Teatro Nacional, mas também por trazer a obra para cá com a curadoria de um dos profissionais mais brilhantes que temos no circuito mundial, que é o Marcello Dantas.”
Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes

Para a deputada distrital e apoiadora da cultura Paula Belmonte (PSDB), a reabertura do espaço com uma mostra dessa magnitude reforça o papel do teatro como símbolo artístico da capital.

“Eu me emocionei quando eu entrei, eu estou muito feliz de estar aqui revivendo e fortalecendo o Teatro Nacional, que é o teatro da nossa capital, é o teatro do nosso Brasil”, afirmou.
Deputada distrital Paula Belmonte (PSDB)

Felipe Ramón, subsecretário do Patrimônio Cultural do Distrito Federal, lembrou que o Foyer da Sala Villa-Lobos foi concebido justamente para receber grandes mostras:

“Exposições costumam ter um impacto cultural muito importante, ainda mais quando são nesses espaços construídos em Brasília, maravilhosos e aptos para receber esse tipo de manifestação. O Foyer foi construído para ser um espaço interdisciplinar das artes, e estamos resgatando essa vocação agora com uma das principais exposições da história da cidade.”
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón

Para a deputada distrital e apoiadora da cultura Paula Belmonte, a reabertura do espaço com uma mostra dessa magnitude reforça o papel do teatro como símbolo artístico da capital. “Eu me emocionei quando eu entrei, eu estou muito feliz de estar aqui revivendo e fortalecendo o Teatro Nacional, que é o teatro da nossa capital, é o teatro do nosso Brasil”, afirmou.

O empresário Luiz Estevão sintetizou o sentimento geral da noite ao lembrar que arte é fundamento, e não luxo:

“A arte não é luxo, a arte não é supérfluo, a arte é a essência do ser humano. Justamente por reconhecer que a arte não é uma decorrência do ser humano, é algo inerente à natureza humana, que nós estamos aqui.”
Luiz Estevão, Cleucy Estevão, Fernanda Estevão, Amanda Faviero e Luiz Eduardo Estevão

Abaixo, veja uma galeria de fotos com algumas das obras de Sergio Camargo presentes no Foyer do Teatro Nacional:

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Sergio Camargo foi um escultor e artista plástico brasileiro de renome internacional
Itens expostos na mostra É Pau, É Pedra
Mais de 200 obras de Sergio Camargo estão expostas no Teatro Nacional
As obras revelam a a potência da linguagem escultórica de Camargo
A mostra marca a reabertura do espaço cultural do Teatro Nacional
A exposição É Pau, É Pedra.... fica em cartaz até o dia 6 de março no Teatro Nacional
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A exposição É Pau, É Pedra.... fica em cartaz até o dia 6 de março no Teatro Nacional

Gustavo Lucena/Metrópoles
Sergio Camargo foi um escultor e artista plástico brasileiro de renome internacional
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Sergio Camargo foi um escultor e artista plástico brasileiro de renome internacional

Gustavo Lucena/Metrópoles
Itens expostos na mostra É Pau, É Pedra
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Itens expostos na mostra É Pau, É Pedra

Gustavo Lucena/Metrópoles
Mais de 200 obras de Sergio Camargo estão expostas no Teatro Nacional
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Mais de 200 obras de Sergio Camargo estão expostas no Teatro Nacional

Gustavo Lucena/Metrópoles
As obras revelam a a potência da linguagem escultórica de Camargo
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As obras revelam a a potência da linguagem escultórica de Camargo

Gustavo Lucena/Metrópoles
A mostra marca a reabertura do espaço cultural do Teatro Nacional
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A mostra marca a reabertura do espaço cultural do Teatro Nacional

Gustavo Lucena/Metrópoles
Jogo de xadrez feito por Sergio Camargo em mármore
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Jogo de xadrez feito por Sergio Camargo em mármore

Gustavo Lucena/Metrópoles
Obra de Sergio Camargo no Itamaraty foi instalada em 1966, quando o artista tinha apenas 36 anos
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Obra de Sergio Camargo no Itamaraty foi instalada em 1966, quando o artista tinha apenas 36 anos

Gustavo Lucena/Metrópoles
Cilindros, relevos e volumes são formas que representam a obra do artista
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Cilindros, relevos e volumes são formas que representam a obra do artista

Gustavo Lucena/Metrópoles
Mostra É Pau, É Pedra... é gratuíta
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Mostra É Pau, É Pedra... é gratuíta

Gustavo Lucena/Metrópoles

Gastronomia e música

A abertura reuniu autoridades, personalidades, artistas, intelectuais, colecionadores, familiares de Camargo e convidados que celebraram a magnitude do evento. O Foyer ganhou atmosfera elegante com buffet volante, open bar e música ao vivo da Acordes Produções, que embalou a noite com saxofone, teclado e bateria.

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Dadinho de tapioca do buffet Afetto Gastronômia
Mix Bar
Música ao vivo com o Acordes Produções
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Música ao vivo com o Acordes Produções

Nina Quintana/Metrópoles
Dadinho de tapioca do buffet Afetto Gastronômia
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Dadinho de tapioca do buffet Afetto Gastronômia

Augusto Costa/Especial para o Metrópoles
Mix Bar
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Mix Bar

Gustavo Lucena/Metrópoles

O menu do buffet Afetto Gastronomia incluiu ceviche de abacaxi com manga, chips de batata com rosbife, bombom de camarão, bruschettas, dadinhos de tapioca e bolinhos de bacalhau, além de empratados de risoto de filé-mignon, arroz com bacalhau e ravioli verde com muçarela de búfala.

O bar da Mix Drinks serviu gin com frutas vermelhas, gin tônica, fitzgerald, santoro, negroni e uma seleção de vinhos.

Abaixo, veja o vídeo do evento com captação de Jeniffer Panizzon, Dímitry Panizzon, João Monteiro, Ulysses Paniago, Henrique Arruda e Mark Vales, e edição de Ivan Lacombe:

Confira quem prestigiou a abertura da megaexposição inédita de Sergio Camargo pelos cliques dos fotógrafos Augusto Costa, Gustavo Lucena, Nina Quintana, Pedro Iff e Wey Alves:

Presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes; José Antonio Pessoa; ex-deputada estadual do RJ Aspásia Camargo; Luiz Estevão, Cleucy Estevão; secretário da Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; ministro do STF Gilmar Mendes; Lilian Tahan; Claudia Meireles; ministra da Cultura, Margareth Menezes; e 1º vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati
Danilo Cunha e Lilian Tahan
Laura Guth Estevão e Luiz Estevão de Oliveira
Luiz Estevão; secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; e governador do DF, Ibaneis Rocha, conversam com o curador Marcello Dantas
Ana Alice da Costa e Silva, Vera Brennand e Cleucy Estevão
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón; secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury; e Mauro Oliveira
Embaixador Marco Antônio Nakata
Cleucy Estevão e Luiz Estevão
Obras de Sergio Camargo no Foyer do Teatro Nacional
Claudia Salomão e Cleucy Estevão
Luiz Eduardo Estevão e Amanda Faviero
Augusto Camargo, Regina Camargo, Maria Camargo, Clara Camargo Vianna, Rodolfo Camargo e Myra Arnaud Babenco
Ex-deputada estadual do Rio de Janeiro Aspásia Camargo e José Antônio Pessoa
Luiz Estevão; 1º vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati; e Lilian Tahan
Melissa Gontijo e Ana Maria Gontijo
Daniel Rebouças, Luzia Vaz e Lúcio Albuquerque
Natália Rodrigues
Convidados leem sobre a trajetória do artista
Ministro do STF Gilmar Mendes e Luiz Estevão
Vera Brennand
Lilian Tahan e Fernanda Estevão
Marcello Dantas tira selfie com a ministra da Cultura, Margareth Menezes
Pat Justino Vaz e Mariana Monteiro
Tati Mauriz e Natália Berlin
Isabela Lira e Ana Paula Gontijo
Luiz Estevão; e deputada distrital Paula Belmonte (PSDB)
Momento do discurso de Luiz Estevão
Lilian Tahan; governador do DF, Ibaneis Rocha; e 1° vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati
Cleucy Estevão brinca com a neta Laura Guth Estevão
Elisa Monteiro e Suely Nakao
Jaqueline Tzemos e Márcia Nabut
Nicole Meyer, Gabriela Castelo Branco, Isabella Ferreira e Anna Lídia
Luis Olivalves, Antonio Aversa, Carolina Corrieri e Roberto Corrieri
Cristiane Pimenta da Veiga e Otávio Pimenta da Veiga
Will Lima e Pat Justino Vaz
Jogo de Xadrez é um dos pontos altos da mostra
Laura Guth Estevão e Luiz Estevão de Oliveira
Governador do DF, Ibaneis Rocha; e Claudia Meireles
Luiz Estevão; deputada distrital Paula Belmonte (PSDB); e Cleucy Estevão
Elaine Faria; secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury; subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón; Mauro Oliveira e Amauri Pessoa
Amanda Faviero, Luiz Eduardo Estevão e Fernanda Estevão
Cleucy Estevão e Lilian Tahan
Myra Arnaud Babenco, Clara Camargo Vianna e Maria Camargo
Backdrop da exposição
Lara Torres e Cyro Torres
Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes cumprimenta Luiz Estevão
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón; secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; e Luiz Estevão
Presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes; Lilian Tahan; e 1º vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati
Felipe Oliveira e Mônica Guanabara
Ana Paula Gonçalves e Mônica Hial
Eduardo e Virna Smith
Claudia Meireles, a ministra da Cultura, Margareth Menezes; e Cleucy Estevão
Convidados admiram obra
Discurso de Marcello Dantas
Soraia Debs e Lúcia Vellasco
Moema Leão e Celso Martins
Cleucy Estevão, Paloma Gastal e José Carlos Vasconcellos
Isabela Lira, Dani Kniggendorf e Ana Paula Gontijo
Ronaldo Posada, Margarida Kalil e Carol Kalil
Beatriz Machinena, Mônica Justen e Fernanda Machinena
Claudia Pohl e Karina Lima
Uma das criações de Sergio Camargo presente na exposição
Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; e Claudia Meireles
O curador Marcello Dantas explica detalhes da obra
Lucila Pena
Gláucia Ferrer
Jorge Jacoby Fernandes e Louback Jacoby
Sonia Lim e Mariana Sgarbi
Nicole Guerra, Catarina Guerra e Raquel Jones
Juliana Cabral, Jaqueline Tzemos e Juliana Dias
Convidados ouvem o discurso de Luiz Estevão
As obras “brincam” com luz e sombra
Beth Mattos e Ana Alice da Costa e Silva
Fernanda Estevão e Claudia Meireles
Clarissa Barros; e presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes
Cleucy Estevão e Luiz Estevão
Ministro do STF Gilmar Mendes também falou ao público presente
Pat Justino Vaz, Claudia Salomão, Cleucy Estevão e Cynthia Dias
Juliana Cabral
Cynthia Dias
Obra do renomado escultor
Luiz Estevão e o governador do DF, Ibaneis Rocha
Luiz Estevão, o governador do DF, Ibaneis Rocha; e secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes
Juliana Barbosa e Claudia Meireles
Nicole Meyer e Marcos Salomão
Ministra da Cultura, Margareth Menezes; e Marcello Dantas
Luiza Vaz e Alexandro Beltran
Beth Mattos e Lara Torres
Obra do artista Sergio Camargo
Cleucy Estevão, Luiz Eduardo Estevão e Amanda Faviero
Lilian Tahan com a ministra da Cultura, Margareth Menezes
Soraia Debs, Lúcia Vellasco, Elisa Monteiro e Bertha Pellegrino
Amador Outerelo, Janine Daher e Tiago Correia
Andréa Cabrera, Claudia Salomão e Patrícia Osório
Sanagê
Claudia Meireles e Cleucy Estevão
Ana Valadão Naves e Cevan Naves
Créditos da exposição
Mariana Leal e Jacques Simbalista
Marcello Dantas e Bertha Pellegrino
Cleia Araújo, Luiz Estevão e Roberta Cunha
Augusta Lôbo, Ricardo Macedo e Anna Lôbo
Mateus Braga, Nicole Meyer e Amir Saud
Beth Mattos, Denise Barbosa e Fabiana Barbosa
1º vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati discursa
Escultura criada pelo gênio Sergio Camargo
Pat Justino Vaz
Cleucy Estevão
Ana Alice da Costa e Silva
Cheila Wobido e Claudia Meireles
Lucineia Moreli e Nilson Figueiredo
Amador Outerelo, Bertha Pellegrino e Thiago Nogueira
Márcio Borsoi, Alessandra França e Onice Moraes
Gavin Louis, Antonio Henrique, Lianez Padilha e Letícia Gonzaga
Apresentação do trio da Acordes Produções
Eser Seabra e Silvana Seabra
Ministro do STF Gilmar Mendes discursa no evento
Discurso do presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes
Melissa Gontijo, Cleucy Estevão e Fernanda Estevão
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón; e Luiz Estevão
Secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury; Luan Peres, Antônio de Castro e Mauro Oliveira
Carolina Rezende, Pedro Henrique Rezende, Gabriela Castelo Branco e Artur Santana
Claudia Salomão e Will Lima
Obra de Sergio Camargo
Secretário da Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, em discurso
Diogo Pohl e Lara Habka
Samuel Figueiredo e Sebastião Reis
Soraia Debs, Cleucy Estevão e Lúcia Vellasco
Jaqueline Tzemos, Juliana Dias, Paty Osório, Claudia Salomão e Lucila Pena
Otávio Pimenta da Veiga, Cristiane Pimenta da Veiga, Beth Mattos, Ana Valadão e Cevan Naves
José Antônio Pessoa, Paloma Gastal; ex-deputada estadual do RJ Aspásia Camargo; e José Carlos Vasconcellos
Natália Rodrigues fotografa obra de Sergio Camargo
Criação do artista
Elisa Monteiro, Claudia Pohl, Karina Lima e Suely Nakao
Samuel Lamas
Gabriela Castelo Branco
Nicole Meyer
Discurso da ministra da Cultura, Margareth Menezes
Claudia Meireles, Cleucy Estevão e Marcello Dantas
Caio de Laet e Luciana de Laet
Obra presente no Foyer do Teatro Nacional
Antônio Fonseca e Renato Fonseca
Fabiana Coelho e Mirela Ximenes
Roberta Nobre
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón
O curador Marcello Dantas compartilha detalhes da exposição
Tatiana Mauriz, Juliana Barbosa e Natália Berlin
Cleucy Estevão, Alessandra Pinheiro e Renato Fonseca
Felipe Oliveira, Mônica Guanabara, Ariella Gaia e Tiago Oyama
Cleucy Estevão e Claudia Meireles apreciam criação do escultor
Claudia Salomão
Myra Arnaud Babenco
Juliana Dias e Cleucy Estevão
Ana Alice Costa e Silva e Vera Brennand
Clara Camargo Vianna e Maria Camargo
Claudia Meireles
Rebeca Oliveira e Olivia Meireles
Esther Franz, Rafael Soares, Isadora Gobbo, Mônica Guanabara e Giovanna Neres
Criação de Sergio Camargo
Vanessa Oliveira, Fernando Braga, Aline Costa e Nicole Meyer
Cynthia Dias, Paty Osório, Juliana Dias e Claudia Salomão
Cleucy Estevão e Juliana Barbosa
Claudia Meireles, Tiago Correia e Bertha Pellegrino
Regina Camargo
Eliane Rocha
Carlos Lin
Lucinéia Morelli
Mix bar apresentou uma seleção variada de drinks
Maria Camargo e Marcello Dantas
Gillian Caetano e Gabriela Morais
Discurso de Luiz Estevão
Momento do discurso de Luiz Estevão
Convidados assistem ao discurso de Luiz Estevão
Pat Justino Vaz, Claudia Salomão, Ana Paula Gonçalves, Cleucy Estevão e Mônica Hial
Denise Barbosa e Fabiana Barbosa
Márcio Tavares e Onice Moraes
Convidada registra obra
Gavin Louis, Virna Smith e Antônio Henrique
Rodolfo Boccagini de Camargo, Clara Camargo e Augusto Boccagini de Camargo
Márcio Borsoi, Alessandra França e Sanagê
Márcia Nabut, Jaqueline Tzemos, Juliana Cabral e Cleucy Estevão
A ministra da Cultura, Margareth Menezes; com o curador da exposição, Marcello Dantas
Pat Justino Vaz e Jéssica Grandi
Mônica Justen e Marcello Dantas
Ambiente da exposição
Bertha Pellegrino e Cleucy Estevão
Karolline Pacheco e Luciana Lopes
Laene Pedro Gama e Valéria Rilho
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón; secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; Claudia Meireles e Luiz Estevão
Ministra da Cultura, Margareth Menezes; cumprimenta o ministro do STF, Gilmar Mendes
Cleucy Estevão e Ana Maria Gontijo
Samuel Lamas e Lucila Pena
Stela Lopes e Marco Borzino
Criação de Sergio Camargo
Anna Claudia Lôbo, Augusta Lôbo e Flávia Vaz
Beatriz Bonfim, Helena Mandarino e Rebeca Oliveira
Márcia Nabut, Pat Justino Vaz, Mariana Monteiro e Cleucy Estevão
Melissa Gontijo tira foto de quadro
João Pedro Betônico, Rebeca Lemos, Nicole Meyer, Mateus Braga e Amir Saud
Mariana Monteiro
Humberto Luiz Ribeiro e Amanda Kehrig
Luiza Daoura e Carolina Guedes
Obra da mostra
Fredy Ayvar e Michele Ramos
Laila Mendonça
Aline Costa, Fernando Braga e Priscila Laís
João Lucas Campos, Thales Miroma, Helisa Lima e Thais Fragoso
Glênio Lima e Romildo Gastão
Beatriz Bonfim, Roberta Pinheiro, Marina Ferreira, Rebeca Oliveira, Amanda Kehrig e Wey Alves
Rafael Soares
Obra exposta
Léia Lemos e Leonardo de Oliveira Lemos
Artur Santana e Gabriela Castelo Branco
Myra Arnaud Babenco, Marcello Dantas, Aspásia Camargo e José Antônio Pessoa
Ana Paula Gonçalves
Esther Franz e André Alisson
Luan Peres e Antônio de Castro
Gavin Louis, Cleucy Estevão e Antônio Henrique de Souza
Detalhes da exposição
Amador Outerelo
Milena Teixeira e Igor Gadelha
Tati Mauriz, Cleucy Estevão, Natália Berlin, Ariella Gaia e Cheila Wobido
Lucinéia Morelli e Andréa Cabrera
Cleucy Estevão
Presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes; José Antônio Pessoa, Aspásia Camargo, Luiz Estevão, Cleucy Estevão; secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; e o ministro do STF Gilmar Mendes
A ministra da Cultura, Margareth Menezes; 1º vice-presidente do TJDFT, o desembargador Roberval Belinati; e Luiz Estevão
1° vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati, ministro do STF, Gilmar Mendes; e Lilian Tahan
Reflexão sobre a exposição
Presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes
Ministra da Cultura, Margareth Menezes
Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes; ministro do STF Gilmar Mendes; Lilian Tahan, Claudia Meireles; a ministra da Cultura, Margareth Menezes; e o 1° vice-presidente do TJDFT, desembargador Roberval Belinati
Marcos Salomão e Virginia Castro
Dani Kniggendorf e Sérgio Kniggendorf
Louback Jacoby e Lucila Pena
Lianez Padilha e Letícia Gonzaga
História da mostra É Pau, É Pedra… de Sergio Camargo
Natália Rodrigues
Rodolfo Boccagini de Camargo, Clara Camargo, Maria Camargo, Regina Boccagini Augusto Boccagini de Camargo
Glaucie Lima
Claudia Estrela
Ex-deputada estadual do RJ Aspásia Camargo
Myra Arnaud Babenco
Vanessa Oliveira
Subsecretário do Patrimônio Cultural do DF, Felipe Ramón
Obra exposta
Tiago Correia
Myra Arnaud Babenco e Maria Camargo
Anderson Freitas e Roberta Pinheiro
Lucélia Roriz e Franklin Martins
Convidados admiram obra
João Lucas Campos, Helena Mandarino, Thais Fragoso, Helisa Lima e Thales Miroma
Matheus Galdino e Beatriz Galante
Mariana Mendes, Matheus Galdino e Manu Mattos
Criação do renomado escultor
Exposição É Pau, É Pedra, do artista Sergio Camargo, no Teatro Nacional

Uma linguagem que toca a cidade

A união entre o rigor geométrico de Camargo e a arquitetura monumental de Brasília torna a exposição especialmente simbólica. Os volumes, cortes e ritmos criam um percurso de luz que se funde com a grandiosidade do Teatro Nacional, criando um diálogo que só a capital poderia proporcionar e abrigar.

A mostra também reafirma o compromisso do Metrópoles com a ampliação da cena cultural, após iniciativas bem-sucedidas em moda, música e artes visuais, como o Metrópoles Catwalk, que devolveu vida ao mesmo Foyer meses antes.

A exposição tem entrada gratuita e permanece aberta ao público até 6 de março, convidando visitantes a uma imersão sensorial na linguagem geométrica, luminosa e profundamente poética que definiu a trajetória de Camargo.

Serviço
Exposição: “É Pau, É Pedra”, do escultor Sergio Camargo
Curadoria: Marcello Dantas
Local: Foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional de Brasília
Visitação: 10 de dezembro a 6 de março
Entrada: gratuita
Realização: Metrópoles
Buffet: Afetto Gastronomia
Bar: Mix Drinks
Música: Acordes Produções

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