Autoridades prestigiam abertura de megaexposição inédita de Sergio Camargo no DF

Exposição de Sergio Camargo no Teatro Nacional Claudio Santoro reforça a aposta do Metrópoles em ampliar o acesso à arte no Distrito Federal

atualizado

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Gustavo Lucena / Metrópoles
1 de 1 - Foto: Gustavo Lucena / Metrópoles

Na noite desta quarta-feira (10/12), Brasília recebeu uma homenagem superespecial, com a abertura de uma exposição inédita dedicada ao escultor Sergio Camargo, promovida pelo Metrópoles. A vernissage de “É Pau, É Pedra…” reuniu autoridades, convidados e apreciadores de arte para celebrar a força e a elegância das obras do artista, que ganham novo fôlego no Foyer da Sala Villa-Lobos, no icônico Teatro Nacional Claudio Santoro. Entre os presentes, estavam o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo

Ao entrar no espaço, o público foi recebido por uma atmosfera que evidenciou a potência da linguagem escultórica de Camargo. Seus volumes, relevos e cilindros dialogam diretamente com a arquitetura imponente do teatro, criando uma experiência que combina precisão, poesia e movimento.

Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), salientou a importância de o Brasil valorizar mais a cultura e a arte. “O trabalho de Sergio Camargo tem enorme importância, e sua presença aqui confirma o reconhecimento devido a esse grande artista.”

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), destacou a importância da exposição e a reabertura do Teatro Nacional. “O teatro é uma referência. Começamos reformando a Sala Martins Pena. Agora, continuamos a segunda parte. Com a parceria com o Metrópoles, reabrimos o Foyer, que é muito importante para todos nós.”

Segundo o governador, a exposição marca o fim de ano e a reabertura do espaço cultural com uma exposição significativa para Brasília.

A noite prestigiada também contou com a presença do secretário de Cultura do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, que celebrou a retomada de atividades do Teatro Nacional, em especial o Foyer da Sala Villa-Lobos. “O Sergio Camargo implementou essa construção da linguagem artística, as pessoas passam, veem a obra e vão conectar diretamente com Brasília, com o estilo de capital.”

A ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes, prestigiou o evento e destacou aos convidados que a exposição de Camargo reacende a memória de um grande escultor. “Quando apostamos na nossa cultura e expomos um artista brasileiro, estamos afirmando a nossa força e a nossa soberania.”

“Estamos reformulando e implementando políticas culturais em todo o território nacional para garantir os direitos culturais”, destacou a ministra. “Hoje, todos os estados brasileiros têm projetos ativos por meio das leis de incentivo.”

Ramón Moro Rodríguez, subsecretário do Patrimônio Cultural, afirmou, por sua vez, que o Foyer foi criado para ser um espaço interdisciplinar. “Música, artes visuais, performance, dança… Estamos resgatando essa vocação com uma das principais exposições da história da cidade”, ressaltou.

O presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes, também esteve na abertura e comentou a importância de apoiar esse tipo de iniciativa. “Temos aqui a exposição de um artista extremamente renomado e o apoio que o Grupo Metrópoles dá ao evento mostra e caracteriza a importância de uma exposição dessa natureza para Brasília”, disse, na ocasião.

Um convite feito pelo Metrópoles

Com acesso totalmente gratuito até 6 de março de 2026, a mostra aproxima o público de uma produção que já movimentou cifras expressivas em leilões internacionais e deixou uma marca definitiva na escultura contemporânea.

Para artistas, designers e criativos do Distrito Federal e da região, a visita se torna uma chance rara de observar de perto trabalhos que ajudaram a redefinir debates estéticos no cenário global — peças que instigam, inspiram e expandem horizontes dentro e fora da capital.

A mostra revela diferentes fases da produção do artista, destacando peças icônicas e trabalhos raramente vistos pelo grande público. Cada obra foi posicionada para ressaltar a relação entre luz, sombra e matéria — elementos que sempre marcaram a identidade visual de Camargo.

A ação marca mais um movimento do Metrópoles em direção ao fortalecimento da cultura no país — uma atuação que transita por universos como moda, esporte, música e artes visuais. Desta vez, o portal escolhe ocupar o Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional, um dos ambientes mais simbólicos e respirados pela criatividade em Brasília.

O mesmo espaço já foi palco do Metrópoles Catwalk, quando a capital virou vitrine da moda brasileira. Naquele momento, estilistas locais dividiram a cena com nomes influentes de São Paulo e do Rio de Janeiro, ao lado de supermodelos e criadores que ajudam a ditar tendências e redefinir os rumos da indústria nacional.

CEO do Metrópoles, Lilian Tahan, e governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB)
Gilmar Mendes, ministro do STF
Margareth Menezes, ministra da Cultura do Brasil
Presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes
Claudio Abrantes, secretário de Cultura do DF
Desembargador Roberval Belinati
Ramón Moro Rodríguez, subsecretário de Cultura do DF
Deputada distrital Paula Belmonte (PSDB-DF)

 

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