Sergio Camargo no DF: megaexposição gratuita de um dos maiores escultores do Brasil já está aberta ao público no Teatro Nacional
Mostra gratuita revela diferentes fases de Sergio Camargo e ocupa o Teatro Nacional com obras que marcaram a escultura brasileira
atualizado
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Teve início nessa quarta-feira (10/12) nova imersão no universo de Sergio Camargo: uma exposição, promovida pelo Metrópoles que revisita a transformação de formas e investigações do artista ao longo das décadas. O Foyer da Sala Villa-Lobos, no emblemático Teatro Nacional Claudio Santoro, se tornou o cenário em que relevos, volumes e estruturas ganham nova leitura e presença.
Transparência – Projeto É Pau, É Pedra – Sergio Camargo
Com entrada totalmente gratuita, o público é convidado a se aproximar de uma produção que já alcançou cifras impressionantes em leilões internacionais. Para artistas, escultores e criativos do quadradinho do Distrito Federal e arredores, é uma oportunidade rara de observar de perto obras que influenciaram a escultura global — peças que inspiram, provocam e expandem repertórios.

Camargo é um artista cuja trajetória ultrapassa fronteiras. Suas esculturas conquistaram espaço em instituições de vários países, consolidando seu nome como uma referência da arte brasileira no cenário internacional.
O curador da mostra, Marcello Dantas, revela que a exposição foi concebida como um percurso do olhar, um convite para compreender a coerência e a amplitude da pesquisa de Sergio Camargo.
“Ele é um dos maiores — senão o maior — escultores brasileiros. Morreu cedo, aos 60 anos, mas teve grande reconhecimento em vida. Foi o primeiro artista brasileiro a ultrapassar a marca de US$ 1 milhão em um leilão internacional. Foi chamado para fazer o Palácio do Itamaraty aos 35 anos…”, pontua Dantas.
O curador ainda destaca que a exposição celebra a harmonia entre música e escultura, entre ritmo e luz, como na música de Tom Jobim que batiza o evento.
Serviço
Exposição “É Pau, é Pedra…”, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles
Visitação de 10 de dezembro a 6 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional










