A “tática” da cantora Olivia Rodrigo para superar términos
A cantora Olivia Rodrigo contou o que faz para superar o término de um relacionamento e como lida com este momento
atualizado
Compartilhar notícia

Para muitas pessoas, o momento de término de um relacionamento é marcado por luto, dor e tristeza. Não é o caso da cantora Olivia Rodrigo, de 23 anos. Em entrevista à revista Dazed, a estrela pop contou que tenta ressignificar este momento dando mais valor aos amigos e a quem ela é.
“Estar com as amigas é o melhor. Não sei o que teria feito quando passei por momentos difíceis se não tivesse grandes amigas”, disse. “Pode ser uma oportunidade incrível para redirecionar sua vida de uma forma que pareça mais alinhada com quem você é. Essa é uma parte muito bonita de estar em um relacionamento”, emendou.
Segundo a imprensa internacional, Olivia e o ator britânico Louis Partridge terminaram a relação no final de 2025, após dois anos juntos. Ela não falou abertamente sobre o assunto.

Olívia, que é conhecida por ter algumas letras sobre “corações partidos”, destacou ainda que sempre vale estar em uma relação, mesmo que não seja “para sempre”.
“Não sei, me perguntem daqui a dois anos e talvez eu tenha passado pelo pior término da minha vida. Mas eu sinto que um coração partido nunca vai doer tanto quanto doeu quando tinha 17 anos”, recordou. “Com cada tipo de rejeição, seja no amor, no trabalho, com amigos, estou levando as coisas menos para o lado pessoal conforme vou ficando mais velha”, prosseguiu.
Na próxima semana, Rodrigo lança You Seem Pretty Sad For a Girl So in Love, seu terceiro disco, que sucede Sour e Guts, de 2021 e 2023, respectivamente.
Por que é tão difícil superar um término?
Se superar um término parece uma missão impossível, saiba que não é apenas impressão. O fim de uma relação pode mexer com o humor, a autoestima, o sono, os planos para o futuro e até a vida sexual.
Segundo especialistas, a dor da separação tem bases emocionais, mas também biológicas: quando um relacionamento acaba, o cérebro precisa reaprender a funcionar sem uma presença que se tornou parte da rotina e do sistema de recompensa. Continue lendo nesta matéria do Metrópoles.







