Achado redefine o entendimento sobre a evolução biológica das espécies que viviam na Terra quando o ambiente terrestre ainda era novo
Trocas na identificação de fósseis não são novidade na ciência. Aparentemente, isso aconteceu novamente com pesquisadores brasileiros
Reanálise de estruturas antigas mostra que marcas atribuídas a animais têm origem microbiana
Por meio da tomografia computadorizada, os especialistas conseguem analisar os fósseis com mais detalhes sem danificar sua estrutura
Crânio de dinossauro Irritator challengeri, datado de 113 milhões de anos, estava na Alemanha desde 1991
Pesquisadores acharam restos fossilizados de antepassado de capivara, confirmando que os roedores viveram há milhões de anos no país
Crânio de fóssil encontrado no interior do RS revela nova espécie de rincossauro que viveu antes do surgimento dos dinossauros dominantes
Fóssil bem preservado de 500 milhões de anos mostra as quelíceras, garras que ficam na frente da cabeça, que eram bastante compridas
Análises também mostraram que os peixes com raios espinhosos nas nadadeiras estavam presentes no mundo há cerca de 25 milhões de anos antes
Dentes microscópicos do antigo Purgatorius mostram que parentes dos primatas se espalharam logo após a extinção dos dinossauros