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Saúde

InfoGripe alerta para alta de síndromes respiratórias graves no Brasil

Casos de síndromes respiratórias graves crescem e atingem Pará, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe

Jorge Agle14/03/2025 14:03, atualizado 14/03/2025 16:03
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Getty Images
Imagem colorida: criança assoa o nariz - Metrópoles

Os casos de síndromes respiratórias graves (Srag) continuam aumentando no país. O boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado na última quinta-feira (13/3), revelou que os principais afetados são crianças e adolescentes. A maior incidência foi registrada entre 2 e 8 de março, e os locais com maior número de casos são Pará, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul e Sergipe.

As síndromes respiratórias se manifestam de maneira diferente, conforme a idade da pessoa. Crianças de até 2 anos são mais atingidas pelo vírus sincicial respiratório (VSR), já na faixa etária de 2 a 14 anos, o rinovírus é o principal causador do quadro.

Retrato de um menino doente na escola assoando o nariz na aula - conceitos de estilo de vida
Volta às aulas pode ter sido um dos fatores para o aumento de casos de síndrome respiratórias graves no Brasil

Entre os idosos, a Covid-19 continua sendo uma das principais causadoras de Srags. Em Mato Grosso e Tocantins, há uma incidência moderada de casos, com tendência de aumento para o segundo. Nos estados das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, embora haja um aumento de ocorrências, o crescimento permanece mais discreto.

A nota ainda aponta que 10 estados brasileiros têm incidência de síndrome respiratória grave em níveis de alerta, de risco ou alto risco, com possibilidade de crescer a longo prazo. Capitais brasileiras como Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Macapá, Palmas, Porto Velho e Rio Branco também registram aumento nos casos.

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