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Saúde

Menina possui doença óssea tão rara que é a única com o diagnóstico

Garota inglesa de 6 anos tem uma rara doença genética que atrapalha crescimento de seus ossos e cartilagens. Condição leva a complicações

16/05/2024 11:43, atualizado 16/05/2024 11:50
Reprodução/Just Giving
Foto mostra a pequena Harlow Gardner, que possuiu uma doença genética rara que só ela possui no mundo

A menina inglesa Harlow Gardner, de 6 anos, tem uma doença genética tão rara que não há nenhuma outra pessoa no mundo com o mesmo diagnóstico.

Ela possui uma forma de displasia esquelética que a mantém com a aparência e o tamanho de uma criança com metade de sua idade. Ela tem menos de um metro de altura e, embora seja mais velha, é menor que os irmãos.

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A doença de Harlow atrapalha o crescimento dos ossos e das cartilagens do corpo e, em consequência, está prejudicando outros órgãos do corpo como nariz, olhos, pulmões e rins ao comprimi-los e evitar seu crescimento.

“O quadro de Harlow é complicado pois os ossos e as cartilagens estão envolvidos em tudo. Os órgãos não tem espaço para se desenvolver, ela se alimenta mal e está sofrendo problemas na audição que podem deixá-la surda”, conta a tia dela, Abigail Godden, 36.
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Embora Harlow seja 3 anos mais velha do que seus irmãos gêmeos, elaatualmente é menor que eles
Os ossos e cartilagens de Harlow estão estacionados na aparência de alguém de 3 anos
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Os ossos e cartilagens de Harlow estão estacionados na aparência de alguém de 3 anos

Reprodução/Just Giving
Embora Harlow seja 3 anos mais velha do que seus irmãos gêmeos, elaatualmente é menor que eles
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Embora Harlow seja 3 anos mais velha do que seus irmãos gêmeos, elaatualmente é menor que eles

Reprodução/Just Giving

Genética desfavorável

Até agora, a doença de Harlow não tem um nome específico. O que se descobriu é que Melanie e o marido Peter, de 37 anos, carregam o raro gene WDR19, que facilita o desenvolvimento de doenças ósseas.

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Recentemente, a menina começou a ter dores ao andar, pelos danos às cartilagens no joelho e no calcanhar. O futuro de Harlow é incerto, pois não é conhecida outra criança com uma doença genética semelhante a dela e não se sabe exatamente qual tratamento seria efetivo.

“Uma das coisas mais difíceis é não conseguir se preparar para o que ainda pode estar por vir e sabemos que será um longo caminho, mas minha sobrinha segue sendo um espírito de alegria”, conclui a tia.

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