Anvisa apreende Mounjaro falso, botox irregular e outros produtos

Fiscalização da Anvisa encontrou medicamentos falsificados, propaganda irregular e itens sem registro ou autorização sanitária no país

atualizado

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de lotes falsificados de Mounjaro e de toxina botulínica (botox) após uma ação de fiscalização. A medida, publicada na última sexta-feira (20/2), também incluiu a proibição de armazenamento, venda, importação, distribuição e uso dos produtos.

Segundo a agência, unidades do lote D838838 do Mounjaro apresentavam diferenças em relação ao original. A fabricante Eli Lilly informou que o rótulo tinha impressão de baixa qualidade e outras inconsistências, o que levantou suspeita de falsificação.

No caso do botox, a fabricante AbbVie afirmou desconhecer o lote C7936C3 e indicou que as informações de fabricação e validade não correspondiam ao produto legítimo.

Produtos irregulares apreendidos

A ação da Anvisa também atingiu outros itens comercializados sem registro ou com irregularidades. Entre eles está a suspensão da propaganda de produtos à base de cannabis da empresa Prati Donaduzzi, após a identificação de divulgação em redes sociais e no site do fabricante, o que contraria normas sanitárias.

Implantes com o hormônio nestorone manipulados por farmácias também foram proibidos por falta de avaliação de segurança e eficácia. Já um lote de tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, foi apreendido por ter sido importado sem autorização sanitária e apresentar origem desconhecida. O lote em questão é o L61373.

Riscos à saúde motivam medidas

Entre os casos que chamaram atenção está a presença de partícula de vidro em um lote do medicamento furosemida injetável, o que levou ao recolhimento imediato.

Também houve suspensão e recolhimento de todos os medicamentos manipulados pela Bios Farmacêutica, referentes aos lotes válidos até 26 de janeiro de 2026, após a identificação de falhas nas instalações, no sistema de ar, no controle ambiental e na rastreabilidade dos produtos.

A orientação, segundo a Anvisa, é que consumidores suspendam o uso de itens envolvidos nas medidas e procurem orientação profissional em caso de dúvida.

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