Vice de Nunes faz B.O. em que alega ser alvo de plano para grampeá-lo. Veja vídeo
Vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo registrou boletim de ocorrência no qual afirma ser vítima de calúnia por políticos
atualizado
Compartilhar notícia

O vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo (PL), registrou boletim de ocorrência no qual afirma ser vítima de calúnia por adversários políticos. Ele diz que descobriu um plano para grampeá-lo e abrir uma conta bancária falsa em seu nome.
“Tomei conhecimento de uma denúncia grave, uma informação privilegiada chegou até mim, [de] que alguns políticos estariam tentando desmoralizar a minha imagem perante o público”, diz o vice-prefeito, em vídeo publicado nas redes sociais (assista acima).
Segundo Mello, uma pessoa foi contratada para grampear telefone dele e de sua esposa. Tal pessoa também abriria uma conta no Uruguai em nome do vice-prefeito, para criar indícios de que ele estaria lavando dinheiro em outro país, conforme seu relato.
Além da denúncia de calúnia, Mello fez um boletim de ocorrência para registrar o furto de um celular. “A gente sabe que podem estar conectadas [as ocorrências]. Eu gostaria só que as pessoas que fizeram isso soubessem que eu sei o nome, o partido, quem ‘tá’ por trás disso. Eu não posso falar em público porque a gente não tem como provar, mas a Justiça será feita”, afirma, em vídeo.
Candidatura ao Senado
Como mostrou o Metrópoles, as indicações de que o vice-prefeito de São Paulo, coronel Mello Araújo, está entre os nomes favoritos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para disputar uma das duas vagas ao Senado no estado cresceram nos últimos dias.
Segundo relatos, Flávio Bolsonaro (PL), senador e pré-candidato à Presidência da República, comunicou ao próprio Mello a possibilidade, durante almoço com o prefeito Ricardo Nunes (MDB), realizado na sede da prefeitura.
No núcleo duro da Prefeitura, a avaliação é de que o vice-prefeito tem boas chances de ser eleito, caso seja candidato. Isso porque Mello é visto como um “homem de Bolsonaro” na capital e teria a preferência do eleitorado fiel ao ex-presidente. “Quem vota no Flávio, vota no Mello“, disse uma fonte da Prefeitura.
