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São Paulo

TJSP pede bloqueio de R$ 111 mil de Frota e só encontra R$ 0,90

TJSP pediu o bloqueio de mais de R$ 110 mil nas contas de Alexandre Frota, porém encontrou menos de um real. Bloqueio vem após fake news

12/08/2025 16:22, atualizado 13/08/2025 11:01
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"É o papel dele", afirma Alexandre Frota sobre piada de Ed Gama - Metrópoles

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) pediu o bloqueio de R$ 111.597,70 nas contas do vereador Alexandre Frota, mas encontrou apenas R$ 0,90 ao averiguar o balanço bancário do politico nessa segunda-feira (11/8).

Ao todo, foram vasculhadas seis contas bancárias, mas o valor foi encontrado apenas em uma delas. O bloqueio foi determinado após Frota ser condenado a indenizar Gerson Florindo de Souza, ex-presidente do PT de Ubatuba, por conta de um vídeo com fake news divulgado durante as eleições de 2018.

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O atual secretário de Cultura de Cotia escreveu a biografia do vereador Alexandre Frota (PDT)
Alexandre Frota.
Em janeiro deste ano, Alexandre Frota (PDT) tomou posse como vereador de Cotia (SP)
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O atual secretário de Cultura de Cotia escreveu a biografia do vereador Alexandre Frota (PDT)
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O atual secretário de Cultura de Cotia escreveu a biografia do vereador Alexandre Frota (PDT)

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Em janeiro deste ano, Alexandre Frota (PDT) tomou posse como vereador de Cotia (SP)
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Em janeiro deste ano, Alexandre Frota (PDT) tomou posse como vereador de Cotia (SP)

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Na ocasião, Frota, que apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), publicou vídeo ligando Gerson Florindo a um ataque verbal sofrido por Fernando Haddad, então candidato à Presidência da República, durante um ato de campanha em uma igreja de Brasília. O atual ministro da Fazenda foi alvo de xingamentos e acusações de diversos crimes.

No vídeo, intitulado “A maracutaia do PT e do Haddad”, Frota diz que Gerson Florindo era o autor dos ataques e que estava disfarçado com uma camisa referente a Bolsonaro e um boné. A informação foi desmentida por Florindo, que afirmou que estava em Ubatuba no dia do ocorrido.

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Ao longo do processo, o vereador de Cotia, na Grande São Paulo, admitiu que cometeu um equívoco, mas afirmou que não foi um erro. Frota não pode mais recorrer da decisão.