Professores municipais fazem paralisação e cobram reajuste salarial

Categoria participa de protesto nesta quarta-feira (15/4) em frente à Secretaria da Educação e pede aumento de 15,4%

atualizado

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imagem colorida mostra professores em manifestação eles carregam faixas e bandeiras pedindo por aumento salarial e outros temas
1 de 1 imagem colorida mostra professores em manifestação eles carregam faixas e bandeiras pedindo por aumento salarial e outros temas - Foto: Reprodução

Professores da rede municipal de ensino fazem um protesto nesta quarta-feira (15/4), em frente à sede da Secretaria da Educação, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, e podem votar greve da categoria.

Eles reivindicam aumento de 15,4%, melhores condições de trabalho e o fim de privatizações na educação municipal, entre outras pautas.

A Rua Borges Lagoa chegou a ficar totalmente interditada no trecho em frente ao prédio da secretaria. A manifestação ocorre em meio a uma paralisação dos docentes, acordada na assembleia anterior da categoria, no dia 9 de abril.

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Protesto de professores em frente à sede da SME
Protesto de professores começou às 14h
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Protesto de professores começou às 14h

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Protesto de professores em frente à sede da SME
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Protesto de professores em frente à sede da SME

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Segundo uma diretora do Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeeem), 70% das escolas da região de Pirituba, por exemplo, tiveram adesão total à paralisação. Ainda não há um balanço oficial sobre quantas unidades permaneceram fechadas nesta quarta.

Membros do Sinpeeem, do Sindicato Especialistas Ensino Público São Paulo (Sinesp) e do Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil (Sedin) participam, neste momento, de uma reunião na Secretaria da Educação para debater as pautas da categoria. Depois do encontro, uma assembleia com os participantes do protesto deve decidir se haverá greve ou não.

Os professores alegam que enfrentam um arrocho salarial de mais de 40% desde 2018 porque os reajustes feitos não recompuseram as perdas da inflação do período. Também estão entre as reivindicações do movimento a criação de políticas de prevenção e assistência à saúde dos profissionais de educação.

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