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Presidente do PL elogia Haddad, mas diz que Tarcísio é “imbatível”

Valdemar Costa Neto reconheceu que a direita precisa se unir para não correr risco de perder o pleito no governo de São Paulo

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Rebeca Ligabue/Metrópoles
Valdemar Costa Neto
1 de 1 Valdemar Costa Neto - Foto: Rebeca Ligabue/Metrópoles

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nessa sexta-feira (27/2) que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), é o nome mais forte da esquerda atualmente para concorrer ao governo de São Paulo. A declaração ocorreu após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sinalizar nesta semana a ministros e aliados que encaminhou o acerto para a candidatura.

“O Haddad é um camarada sério, ele está fora de todos esses problemas que o PT está enfrentando, mas acho que ele tem um bloqueio muito grande para ganhar uma eleição para o governo de São Paulo. Na minha opinião, o Tarcísio é imbatível”, avaliou.

“Apesar de o Haddad ser competitivo, acho que eles não têm chance. Eu acho que é uma ‘judiação’ fazer isso”, disse Valdemar, após evento em que foi homenageado na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Além disso, Valdemar defendeu uma união da direita ao reconhecer que o PT tem peso no estado paulista.

“Nós não podemos nos dividir. Se nós não dividirmos, nós ganhamos a eleição. Se dividirmos, nós corremos risco. Temos que tomar cuidado com isso, mas acho que o Tarcísio tem uma situação muito tranquila”, assinalou o dirigente do PL.

O presidente do PL foi homenageado em cerimônia na Alesp, ação proposta pelo presidente da Casa e seu pupilo político, André do Prado (PL). Valdemar é investigado no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

O evento de condecoração teve a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do prefeito Ricardo Nunes (MDB) e do senador Rogério Marinho (PL), coordenador da pré-campanha de Flávio.

Corrida eleitoral

O presidente do PL também afirmou que quem decidirá o nome do partido para a disputa do Senado por São Paulo será o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Segundo Valdemar, a tendência é que seja alguém “mais ideológico e bolsonarista”.

“O Eduardo [Bolsonaro] quer participar disso também. Eu acho que nós [PL] sairíamos com uma vaga e provavelmente o Derrite com a outra. Essa é a minha opinião”, apontou.

Em conversa com jornalistas, Valdemar ainda disse que Flávio é mais habilidoso que o pai e fez elogios ao discurso do senador no evento. No plenário da Alesp, Flávio fez uma espécie de ensaio sobre o tom que deve adotar na campanha, com críticas à política tributária do governo Lula e em defesa do endurecimento da legislação penal.

“O Flávio é outra pessoa, é diferente. O Flávio tem umas qualidades do Bolsonaro e é habilidoso. O Bolsonaro não. Ele falou bem aí hoje. Ele só esqueceu de falar um negócio, mas eu não tive como passar para ele também. Ele vai acabar com a maioridade”, analisou Valdemar.

Em relação ao posto de vice na chapa de Tarcísio, Valdemar recuou e disse que a escolha caberá ao governador. Nas últimas semanas, o cacique vinha pressionando para a vaga também ficasse com o PL. Já o chefe do Palácio dos Bandeirantes sinaliza que prefere manter o atual vice, Felício Ramuth (PL).

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