Justiça nega prisão de homem que confessou esconder corpo de jovem

Tribunal de Justiça de São Paulo afirmou reconhecer gravidade do caso, mas argumenta que prisão temporária é medida excepcional

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Imagem colorida de Sarah Picolotto dos Santos Grego com um fundo neutro. Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida de Sarah Picolotto dos Santos Grego com um fundo neutro. Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes Sociais

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou a prisão de Alessandro Neves dos Santos que confessou ter matado Sarah Picolotto dos Santos Grego. A jovem de 20 anos foi encontrada morta em uma área de mata em Ubatuba, litoral de São Paulo, na última sexta-feira (15/8) após o homem indicar o local aos policiais.

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Sarah Picolotto dos Santos Grego era de Jundiaí, interior de São Paulo, e foi para Ubatuba, no litoral paulista, se encontrar com amigos
Tribunal de Justiça de São Paulo nega prisão de Alessandro Neves dos Santos, que confessou ter matado jovem no litoral de São Paulo
O corpo de Sarah foi encontrado pela Polícia Civil em uma área de mata
O acusado pela morte de Sarah confessou o crime aos policiais na sexta-feira (15/8)
Conforme o depoimento, o homem enforcou Sarah após uma discussão e arrastou o corpo da jovem até o local
Sarah Picolotto dos Santos Grego, jovem encontrada morta em Ubatuba
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Sarah Picolotto dos Santos Grego, jovem encontrada morta em Ubatuba

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Sarah Picolotto dos Santos Grego era de Jundiaí, interior de São Paulo, e foi para Ubatuba, no litoral paulista, se encontrar com amigos
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Tribunal de Justiça de São Paulo nega prisão de Alessandro Neves dos Santos, que confessou ter matado jovem no litoral de São Paulo
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Tribunal de Justiça de São Paulo nega prisão de Alessandro Neves dos Santos, que confessou ter matado jovem no litoral de São Paulo

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O corpo de Sarah foi encontrado pela Polícia Civil em uma área de mata
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O corpo de Sarah foi encontrado pela Polícia Civil em uma área de mata

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O acusado pela morte de Sarah confessou o crime aos policiais na sexta-feira (15/8)
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O acusado pela morte de Sarah confessou o crime aos policiais na sexta-feira (15/8)

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Conforme o depoimento, o homem enforcou Sarah após uma discussão e arrastou o corpo da jovem até o local
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Conforme o depoimento, o homem enforcou Sarah após uma discussão e arrastou o corpo da jovem até o local

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Sarah Picolotto dos Santos Grego, jovem encontrada morta em Ubatuba
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A prisão temporária foi realizada por agentes do Setor de Investigações Gerais (SIG) e solicitada pelo Ministério Público, mas acabou negada pela 2ª Vara de Ubatuba. Em nota enviada ao Metrópoles, o TJSP argumenta que reconhece a gravidade dos fatos, mas ressalta que a prisão temporária é uma medida excepcional e “só pode ser decretada quando estritamente indispensável ao andamento da investigação, conforme determina a Lei 7.960/89.”

“De acordo com os fundamentos da decisão, a postura colaborativa do investigado não representa risco imediato às diligências e há uma série medidas cautelares para viabilizar a apuração de circunstâncias criminosas, como buscas e apreensões, levantamento de sigilo de dados e financeiro, interceptação telefônica etc. Na mesma decisão, foi deferida a busca e apreensão nos endereços indicados, para fins de arrecadação de provas e objetos relacionados à apuração”, afirma o TJSP.


Relembre o caso

  • O corpo de Sarah foi encontrado na última sexta-feira (15/8) em Ubatuba, litoral de São Paulo.
  • A jovem de Jundiaí estava desaparecida desde o dia 9 de agosto.
  • O principal suspeito confessou o crime.
  • No depoimento, ele afirmou que conheceu Sarah no mesmo dia.
  • A jovem teria usado drogas e bebida alcoólica antes de ir para um matagal onde teve relações sexuais com cinco indivíduos.
  • Após serem deixados sozinhos, Alessandro Neves dos Santos a convidou para sua casa, onde eles teriam mantido relações sexuais consensualmente.
  • O suspeito teria enforcado Sarah após uma discussão.
  • No depoimento, ele afirmou que a vítima fez um comentário que ele não gostou. No entanto, o homem não soube repetir o suposto comentário.
  • Então, o réu confesso arrastou Sarah até a zona de mata, onde escondeu seu corpo sob a folhagem e jogou seus pertences no rio.
  • O corpo de Sarah foi encontrado sem roupas após o homem se apresentar às autoridades e confessar o crime.
  • O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou o pedido de prisão temporária.
  • A jovem foi sepultada no domingo (17/8) em Jundiaí. Não houve velório devido ao avançado estado de decomposição do corpo.
  • A Polícia Civil ainda investiga um possível estupro coletivo de vulnerável.

 

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