Morre secretário de Planejamento da Prefeitura de SP, Clodoaldo Pelizzoni
Clodoaldo Pelizzoni morreu aos 57 anos, na terça-feira (9/6), segundo a Prefeitura de São Paulo. Causa da morte não foi divulgada
atualizado
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Morreu na terça-feira (9/6), aos 57 anos, o secretário municipal de Planejamento e Eficiência da Prefeitura de São Paulo, Clodoaldo Pelizzoni (imagem em destaque). A morte foi confirmada pela própria gestão municipal. A causa não foi divulgada.
Formado em administração pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV-SP), com especializações em gestão estratégica, administração pública, parcerias público-privadas e concessões, Pelizzoni teve carreira de mais de três décadas voltada à administração pública. Ao longo de sua trajetória, ocupou cargos nos governos estadual e municipal.
No Governo do Estado de São Paulo, foi diretor da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), diretor administrativo-financeiro da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp), chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social, superintendente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-SP), secretário de Logística e Transportes e secretário dos Transportes Metropolitanos, liderando projetos para a mobilidade e a infraestrutura.
Na Prefeitura de São Paulo, atuou como secretário-adjunto de Governo a partir de 2023, até assumir, em 2025, a Secretaria Municipal de Planejamento e Eficiência. Entre as contribuições mais recentes, está a coordenação do orçamento climático da capital.
“Clodoaldo foi um servidor público extremamente qualificado e dedicado, além de um colega gentil com todos à sua volta. Ao longo da carreira, teve atuação destacada especialmente na área de transportes, da qual era profundo conhecedor e estudioso. Na nossa gestão deixou uma contribuição importante para o planejamento da cidade, incluindo a estruturação do orçamento climático da capital, hoje o mais completo do país. Sua partida representa também uma grande perda para a administração pública”, afirmou o prefeito Ricardo Nunes (MDB).