1 de 1 As sementes plantadas a partir das cinzas dos integrantes do grupo, no BioParque (GRU) começaram a germinar e visitantes podem ver processo
- Foto: Divulgação/BioParque
O BioParque Memorial Mamonas Assassinas anunciou que as sementes plantadas a partir das cinzas dos integrantes do grupo começaram a germinar. Agora, os fãs do icônico grupo têm um local novo para prestar homenagens aos músicos, podendo acompanhar esse renascimento de perto.
14 imagens
1 de 14
Homenagem aos Mamonas Assassinas no Jardim Bioparque do Cemitério e Crematório Primaveras, em Guarulhos
Milena Vogado/Metrópoles
2 de 14
Homenagem aos Mamonas Assassinas no Jardim Bioparque do Cemitério e Crematório Primaveras, em Guarulhos
Milena Vogado/Metrópoles
3 de 14
Sementes do Memorial do Mamonas começam a germinar e fãs podem visitar
Divulgação/BioParque
4 de 14
As sementes plantadas a partir das cinzas dos integrantes do grupo, no BioParque (GRU) começaram a germinar e visitantes podem ver processo
Divulgação/BioParque
5 de 14
Sementes do Memorial do Mamonas começam a germinar e fãs podem visitar
Divulgação/BioParque
6 de 14
Sementes do Memorial do Mamonas começam a germinar e fãs podem visitar
Divulgação/BioParque
7 de 14
Sementes do Memorial do Mamonas começam a germinar e fãs podem visitar
Divulgação/BioParque
8 de 14
Homenagem aos Mamonas Assassinas no Jardim Bioparque do Cemitério e Crematório Primaveras, em Guarulhos
Milena Vogado/Metrópoles
9 de 14
Memorial permanente em homenagem aos Mamonas Asssassinas no Jardim BioParque do Cemitério e Crematório Primaveras, em Guarulhos
Milena Vogado/Metrópoles
10 de 14
Urna com cinzas de integrantes dos Mamonas Assassinas unidas a sementes de jacarandá
Milena Vogado/Metrópoles
11 de 14
Urna com cinzas de integrantes dos Mamonas Assassinas unidas a sementes de jacarandá
Milena Vogado/Metrópoles
12 de 14
Homenagem aos Mamonas Assassinas no Jardim Bioparque do Cemitério e Crematório Primaveras, em Guarulhos
Milena Vogado/Metrópoles
13 de 14
Cinzas de integrantes dos Mamonas Assassinas foram unidas a sementes de jacarandá
Milena Vogado/Metrópoles
14 de 14
Jaqueta e pelúcia encontradas nos túmulos de Dinho e Bento Hinoto, respectivamente
Milena Vogado/Metrópoles
O Memorial está implantado no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, local onde os integrantes da banda estiveram sepultados nos últimos 30 anos. A iniciativa utilizou as cinzas resultantes da cremação, juntamente com outros compostos e sementes de espécies nativas. Unindo, dessa forma, memória afetiva, sustentabilidade e preservação ambiental.
O plantio
Tudo começou com o plantio das sementes, vivenciado pelos familiares dos músicos no dia 2 de março deste ano, data em que se completava 30 anos do trágico acidente. As cinzas resultantes da cremação, os demais compostos e a semente de um jacarandá, escolhida pela família, foram colocadas na biourna.
“Após a germinação, a muda permanecerá em nosso centro de incubação por um período aproximado de 12 a 24 meses. Durante esse tempo, seu desenvolvimento é assistido e monitorado continuamente por nossa equipe de especialistas. Os familiares também poderão seguir a evolução por meio da Plataforma BioParque, um canal exclusivo para a criação do livro de memórias e o acompanhamento da muda. Além disso, os visitantes do Memorial poderão presenciar todas estas etapas do processo”, afirma Selma Capanema, Gestora Executiva da BiosBrasil.
Por que Jacarandá? Entenda a escolha da árvore
O Jacarandá não carrega apenas folhas belas e grande porte, mas também uma forte simbologia relacionada a renovação, sabedoria, prosperidade e beleza efêmera, sendo muitas vezes associado à transitoriedade da vida.
Além disso, segundo Capanema, a espécie é ornamental e pode crescer cerca de 1,5 metro por ano, atingindo até 15 metros de altura. Durante a floração, apresenta abundância de flores em tons de lilás e azul, que chegam a cobrir toda a copa. Seus troncos, de cor castanho-escura e formato tortuoso, conferem uma silhueta marcante.
Esse processo de ressignificação tem sido importante para a família dos músicos. Grace Alves, irmã do vocalista Dinho, manifestou sua emoção ao saber da germinação da muda. “Você nunca partiu, continuou aqui sendo alegria, amor e inspiração. Você nos mostrou que não existe impossível, que o sorriso cura, que a vida pode ser curta, mas jamais pequena. E você continuará aqui para sempre, sendo luz, sendo paz, sendo abrigo. Continuaremos te amando. Você vive em cada um de nós”, escreveu em uma publicação nas redes sociais.
Os Mamonas Assassinas
31 imagens
1 de 31
A morte dos integrantes dos Mamonas Assassinas completa 30 anos em breve
Instagram/Reprodução
2 de 31
Bombeiro detalha resgate dos Mamonas Assassinas: "Bem lesionados"
Instagram/Reprodução
3 de 31Fraga Alves/Especial para o Metrópoles
4 de 31
Claudia e Sérgio, do Mamonas Assassinas, nos anos 1990
Reprodução/Facebook
5 de 31
Claudia e Sérgio, do Mamonas Assassinas, namoraram por cerca de quatro anos
Reprodução/Instagram
6 de 31
Aninha Almeida e Bento, do Mamonas Assassinas
Reprodução/Instagram
7 de 31
Aninha Almeida e Bento, do Mamonas Assassinas
Reprodução/Instagram
8 de 31
30 anos sem os Mamonas Assassinas: ex emociona com homenagem a Bento
SBT/Reprodução
9 de 31
Dinho e Valeria Zoppello
Reprodução/Instagram.
10 de 31
Dinho e Valeria Zoppello
Reprodução/Instagram.
11 de 31
Dinho e Valeria Zoppello
Reprodução/Instagram.
12 de 31
Dinho e Valeria Zoppello
Reprodução/Instagram.
13 de 31
Valeria Zoppello puplicou fotos raras 30 após a morte de integrantes da banda Mamonas Assassinas
Reprodução/Instagram.
14 de 31
Dinho e Valeria Zoppello
Reprodução/Instagram.
15 de 31
Dinho e Valeria Zoppello
Reprodução/Instagram.
16 de 31
Mamonas Assassinas.
Reprodução/Internet.
17 de 31
Os integrantes dos Mamonas Assassinas morreram há quase 30 anos
Instagram/Reprodução
18 de 31
Dinho, Mamonas Assassinas, se apresentava fantasiado
Instagram/Reprodução
19 de 31
Os Mamonas Assassinas vão ganhar um memorial em São Paulo
Instagram/Reprodução
20 de 31
Placa comemorativa do memorial em homenagem aos Mamonas Assassinas
Instagram/Reprodução
21 de 31
Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas.
Foto: Marco Antonio Teixeira
22 de 31
Jaqueta de Dinho, dos Mamonas Assassinas, é encontrada intacta
Instagram/Reprodução
23 de 31
Mamonas Assassinas
Reprodução/Internet.
24 de 31
O corpo de Dinho, Mamonas Assassinas, foi exumado no início da semana
Instagram/Reprodução
25 de 31
Mamonas Assassinas
Reprodução/Internet.
26 de 31
Mamonas Assassinas
Reprodução/Internet.
27 de 31
O último programa de TV em que os músicos do Mamonas Assassinas participaram ao vivo foi o Domingão do Faustão. Todos os integrantes morreram no final de semana seguinte, em um acidente aéreo próximo na Serra da Cantareira, em São Paulo
TV Globo/Reprodução
28 de 31
O vocalista do Mamonas Assassinas, Dinho
FERNANDO SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO/
29 de 31
O vocalista Dinho do Mamonas Assassinas, é visto durante apresentação da banda em 1995
FERNANDO SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO/
30 de 31
Júlio Rasec (tecladista), Dinho (vocalista), Samuel Reoli (baixista), Bento Hinoto (guitarrista) e Sérgio Reoli (baterista), posam para foto nos bastidores de apresentação da banda em 1995
FERNANDO SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
31 de 31
Mamonas Assassinas
VIDAL CAVALCANTE/ESTADÃO CONTEÚDO
Os Mamonas Assassinas eram uma banda de rock formada em Guarulhos, no ano de 1995. Os integrantes eram Dinho (Alecsander Alves), Bento Hinoto (Alberto Hinoto), Sérgio Reoli (Sérgio Reis de Oliveira), Samuel Reoli (Samuel Reis de Oliveira) e Júlio Rasec (Júlio César Barbosa).
Muito conhecida pelo seu tom cômico e as misturas de ritmos como rock, pop e sertanejo, a banda se tornou um fenômeno nacional em apenas nove meses e um único álbum.
Alguns dos hits mais famosos dos Mamonas são “Pelados em Santos”, “Robocop Gay” e “Vira-Vira”.
Em 1996, a banda foi interrompida tragicamente por um acidente aéreo na Serra da Cantareira (SP), voltando de um show em Brasília. Nenhum dos integrantes sobreviveu.