Médica de maquiadora que morreu em hall de prédio em SP se pronuncia
A médica Tábita Nunes afirmou que o procedimento feito na maquiadora Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro ocorreu sem intercorrências
atualizado
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A médica Tábita Nunes Marcolino Jorge se pronunciou sobre a morte da paciente Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira nesta terça-feira (26/5), após a realização de um procedimento estético em uma sala comercial alugada dentro de um empreendimento na região do Brooklin, na zona sul de São Paulo. Durante o procedimento, realizado na segunda-feira (26/5), foram aplicados PMMA nos glúteos e na parte posterior das coxas. O caso é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita.
Em nota ao Metrópoles, a defesa da médica afirmou que o procedimento ocorreu em qualquer intercorrência – Roseli permaneceu bem e recebeu alta sem queixas. A médica ainda orientou Roseli a seguir ao consultório após saber sobre o mal-estar da maquiadora na manhã desta terça (26/5).
Tábita afirma que Roseli “somente chegou a sofrer um desmaio durante o trajeto do hotel até a clínica, dentro do Uber”. Ao entrar na recepção do edifício, já desacordada, as manobras de reanimação cardíaca foram iniciadas pela médica e que, em seguida, “acionou o SAMU, esgotando todos os recursos de socorro ao seu alcance”.
A defesa ainda destaca que a investigação está em estágio inicial e não há nenhum laudo que comprove relação entre o procedimento estético e a morte da maquiadora. Tábita se apresentou voluntariamente no 27º Distrito Policial (Campo Belo), prestou depoimento e permanece à disposição da Polícia Civil.
Veja nota na íntegra
A defesa da Dra. Tábita Nunes Marcolino Jorge, diante das notícias sobre o falecimento da Sra. Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira, esclarece os seguintes pontos:
1. O procedimento estético foi realizado na manhã de ontem (25) sem qualquer intercorrência. A paciente permaneceu bem, conversando, deambulando e, inclusive, lanchou no local antes de receber alta sem queixas. Ela esteve acompanhada pela filha, que testemunhou o seu excelente estado clínico pós procedimento. A Sra. Roseli passou o restante do dia e a noite sem apresentar sintomas.
2. Na manhã de hoje (26), ao ser informada sobre um mal-estar, a médica orientou o comparecimento imediato ao consultório, uma vez que a paciente estava consciente, conversando e deambulando sem dificuldades. Ressalta-se que a paciente somente chegou a sofrer um desmaio durante o trajeto do hotel até a clínica, dentro do Uber. Ao dar entrada na recepção do edifício, já desacordada, a Dra. Tábita iniciou imediatamente as manobras de reanimação cardíaca e acionou o SAMU, esgotando todos os recursos de socorro ao seu alcance.
3. A investigação está em estágio inicial e não há nenhum laudo que comprove relação entre o procedimento estético e o óbito. O registo policial foi feito de forma preventiva para apuração da causa real da morte.
4. A médica apresentou-se voluntariamente no 27º Distrito Policial, prestou depoimento e forneceu os documentos necessários, mantendo-se à total disposição da Polícia Civil.
A Dra. Tábita expressa a sua profunda solidariedade e sentimentos à família neste momento de dor, reforçando o seu compromisso com a verdade e com a apuração técnica dos fatos.
Morte em hall de prédio
- A maquiadora Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira, de 48 anos, morreu após passar mal depois de realizar um procedimento estético no Brooklin, zona sul de São Paulo.
- Segundo a polícia, Roseli havia realizado uma remodelação corporal com aplicação de PMMA nos glúteos e na parte posterior das coxas.
- O procedimento foi realizado pela médica Tábita Nunes Marcolino Jorge, que possui pós-graduação em dermatologia, mas não residência médica na área.
- Após apresentar complicações na manhã seguinte ao procedimento, a maquiadora foi orientada a retornar à clínica para uma nova avaliação.
- Durante o trajeto até o prédio comercial onde funciona o consultório, Roseli perdeu a consciência dentro de um carro de aplicativo.A mulher chegou desacordada ao hall do empreendimento e sofreu uma parada cardiorrespiratória no local.
- O caso é investigado pela Polícia Civil como morte suspeita, e exames periciais devem apontar a causa da morte.





