Investigado por “Bloco do PCC”, MC Urubuzinho é solto em SP

MC Urubuzinho foi solto quase um mês após ser preso em São Vicente. Ele é investigado por disparos de arma de fogo em um baile de Carnaval

atualizado

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Foto colorida de MC Urubuzinho, que foi preso nesse domingo (15/3)
1 de 1 Foto colorida de MC Urubuzinho, que foi preso nesse domingo (15/3) - Foto: Reprodução/Redes sociais

O cantor Elias Quaresma Teodoro, conhecido como MC Urubuzinho, foi solto, nessa segunda-feira (13/4), quase um mês após ser preso em São Vicente, no litoral de São Paulo. Ele é investigado no inquérito que apura disparos de arma de fogo registrados durante um baile de Carnaval no Morro São Bento, em Santos, também no litoral.

A soltura foi confirmada pela defesa do cantor. “Elias já se encontra em liberdade, à disposição da Justiça para o regular andamento do processo”, diz a nota assinada pelas advogadas Luciana Verginia e Deborah Dias.

Segundo as advogadas, “todos os esclarecimentos serão prestados no momento oportuno, dentro do devido processo legal”.


MC Urubuzinho

  • MC Urubuzinho foi preso no dia 15 de março. Um vídeo obtido pelo Metrópoles mostra parte de um baile comandado por ele (assista acima). “Só quem é criminoso sabe essa”, diz o cantor no microfone antes de uma das músicas. Na imagem, é possível observar diversos indivíduos circulando com bebidas e armas pelo baile. Eles atiram para o alto após o MC pedir uma “rajada” durante o show.
  • A gravação também mostra o cantor fazendo menções à disputa entre facções no Rio de Janeiro. Primeiro, ele canta um trecho de uma música e pede para “quem fecha com o Peixão” completar. Peixão é o apelido de Álvaro Malaquias Santa Rosa, chefe da facção carioca Terceiro Comando Puro (TCP), que tem feito alianças com o Primeiro Comando da Capital (PCC) contra o Comando Vermelho (CV).
  • Em seguida, o MC menciona a caçada ao “Urso”, vulgo de Edgar Alves Andrade, também chamado de Doca. O criminoso é apontado como líder do CV e da maior recompensa já oferecida pelo Disque Denúncia — o serviço paga R$ 100 mil por informações que levem à captura do criminoso.
  • Em fevereiro, outro homem foi preso por suspeita de envolvimento no baile funk. Renato Olímpio Paula, o Oval, foi detido depois de uma perseguição policial, que se encerrou na divisa de Santos e São Vicente. Ele estava na casa da namorada, no Morro São Bento, quando foi interceptado pela Polícia Civil. O suspeito foi solto ainda em março.

 

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