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Vídeo flagra ataque a ônibus em Mauá e casos chegam a 80 na Grande SP

Dois ônibus foram depredados em Mauá, na Grande SP, no sábado (14/6). Entre quinta (12) e domingo (15), 78 ônibus foram atacados na capital

atualizado

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Reprodução/Diario do Transporte
Imagem colorida de ataque a ônibus
1 de 1 Imagem colorida de ataque a ônibus - Foto: Reprodução/Diario do Transporte

Uma câmera de segurança registrou o momento em que um ônibus municipal de Mauá, na Grande São Paulo, é atacado e tem uma de suas janelas quebrada na noite do último sábado (14/6). Até o momento, os autores não foram identificados.

O ônibus foi atacado por volta das 22h30 na Avenida João Ramalho. Ao Metrópoles, a Prefeitura de Mauá informou que um segundo coletivo também foi depredado na noite do sábado na mesma avenida. Os veículos operavam nas linhas 30-Araguaia e 32- João Ramalho, que não foram impactadas, segundo a administração municipal, pois carros reservas foram colocados na operação.

Essas ocorrências somam-se às registradas entre quinta-feira (12/6) e domingo (15/6) na cidade de São Paulo. Em três dias, 78 ônibus foram depredados na capital, segundo informações da Secretaria de Mobilidade Urbana e da SPTrans.

No vídeo, é registrado o momento em que algo atinge a janela do coletivo que fazia a linha 30-Araguaia e o vidro estilhaçado se espalha pelo veículo. Havia duas pessoas sentadas ao lado da janela. Não é possível ver quem foi o agressor ou que tipo ferramenta foi usada para causar o estrago. Os passageiros se levantam, assustados com o ocorrido, e andam pelo veículo até o motorista parar o coletivo para verificar o que tinha acontecido.

Veja:

78 ônibus atacados em SP

Os ataques a 78 ônibus em três dias afetaram as concessionárias Santa Brígida, Gato Preto, A2, Pêssego, Ambiental, Transpass, Metrópole Paulista, Transunião, Express, Via Sudeste, Mobibrasil e Campo Belo nas regiões norte, leste e sul da capital.  “A SPTrans lamenta e repudia os atos de vandalismo que prejudicam a população”, diz a pasta.

Os atos de vandalismo se concentraram em avenidas como Jabaquara e Cupecê, na zona sul; e Marechal Tito e Conde de Frontin, na zona leste; entre outras.

Nessa segunda-feira (16/6), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que a gestão municipal mantém contato com a Polícia Civil para investigar os atos de vandalismo, mas que ainda desconhece a possível motivação.

“É uma frota muito grande e que, infelizmente, até pelo tamanho, você acaba tendo algum ponto ou outro de ações de vandalismo, que está se verificando ou levantando qual é a motivação para poder fazer a autuação”, afirmou o prefeito.

A Polícia Civil investiga ao menos seis das ocorrências, de acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP). “Os representantes das empresas envolvidas estão sendo intimados para prestarem depoimento e as equipes dos DPs (5º, 16º, 27º, 35º, 36º e 97º DP) trabalham na identificação dos envolvidos”, disse a pasta.

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