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Negócios

Alta do petróleo inverte tendência do mercado: dólar sobe e Bolsa cai

Às 12h20, moeda americana registrava alta de 0,36% frente ao real, cotada a R$ 5,26. No mesmo horário, o Ibovespa caia só 0,47%

Repórter de Negócios13/03/2026 10:55, atualizado 13/03/2026 12:30
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Faga Almeida/UCG/Universal Images Group via Getty Images
Imagem de notas de dólar, empilhadas umas sobre as outras, com uma lupa sobre elas - Metrópoles

O dólar opera em alta, depois de registrar queda na manhã desta sexta-feira (13/3). Às 12h20, a moeda americana anotava elevação de 0,36%, cotada a R$ 5,26. Na véspera, ela já havia disparado 1,62% frente ao real.

No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira (B3), caia 0,47%, aos 178,4 mil pontos. Na quinta-feira (12/3), ele desabou 2,55%.

No início da manhã, os mercados de câmbio e de capitais viveram um alívio momentâneo com a queda, embora tênue, da cotação do petróleo no mercado mundial. Às 10h30, o barril do tipo Brent, que é a referência internacional, caía 1,40%, a US$ 99.

Tal patamar ainda é alto se comparado ao momento pré-guerra no Oriente Médio, quando estava em US$ 73. Ainda assim, a tendência na era de baixa, ao contrário do que ocorreu na véspera, quando a cotação subiu superando os US$ 100 por barril.

O problema é que, a partir das 12 horas, a cotação da commodity deu uma guinada. Às 12h20, o mesmo Brent já avançava 0,64%, a US$ 101 o barril.

Alívio de sanções

Na noite de quinta-feira (12/3), os Estados Unidos flexibilizaram as sanções contra o petróleo da Rússia pela primeira vez desde o início da guerra da Ucrânia, em fevereiro de 2022. A medida foi adotada para aumentar a oferta global de energia e aliviar a alta dos preços,  com o confronto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Nesse caso, o Departamento do Tesouro emitiu uma licença permitindo a venda até 11 de abril de cargas de petróleo bruto e derivados russos, embarcados antes de 12 de março.

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