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"Venezuela não irá se render aos EUA", diz filho de Maduro

Maduro foi preso e tirado da Venezuela pelos EUA, que o acusam de tráfico de drogas e outros crimes

Álvaro Luiz05/01/2026 13:57, atualizado 05/01/2026 14:56
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Reprodução/Assembleia Nacional da Venezuela
Imagem colorida, filho de Nicolas Maduro - Metrópoles

O deputado venezuelano Nicolás Maduro Guerra, filho de Nicolás Maduro, afirmou, nesta segunda-feira (5/1), que seu país “não irá se render aos Estados Unidos”. A fala ocorreu durante discurso na assembleia venezuelana, após o pai do parlamentar ser preso e levado aos EUA pelo governo de Donald Trump no último fim de semana.

Depois dos ataques norte-americanos contra a capital da Venezuela, Caracas, no sábado, deputados venezuelanos discursaram pela primeira vez na Assembleia Nacional do país, condenando a prisão de Maduro.

Jorge Rodríguez, um dos conselheiros e negociadores do governo Maduro, preside a sessão. Ademais, o legislador é irmão de Delcy Rodriguez, a nova presidente em exercício da Venezuela.

Em discurso emocionado no Parlamento venezuelano, durante a primeira sessão da Assembleia Nacional desde a operação dos EUA, o filho de Maduro condenou a ação atribuída ao governo norte-americano e pediu liberdade e apoio ao pai, a quem chamou de “papa” durante a fala.

Segundo Maduro Guerra, os EUA mentem sobre os supostos crimes cometidos pelo presidente venezuelano. Para ele, toda a operação conduzida por Washington estaria baseada em uma “mentira do imperialismo”.

“O povo bolivariano não é manipulável […] A mentira do imperialismo trombou com um povo consciente e uma memória histórica sólida. A consciência política neutraliza a propaganda imperial. A revolução não se resume a um momento, é um projeto sólido”, disse.

O parlamentar afirmou ainda que a família Maduro é alvo de perseguição política e classificou o ataque como uma ruptura gravíssima do sistema internacional.

A fala ocorreu em um cenário de domínio do chavismo no poder Legislativo venezuelano. Atualmente, o governo tem ampla maioria na Assembleia Nacional: dos 285 deputados, 256 são aliados do presidente Maduro.


Relembre:

  • Os EUA atacaram, no sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela sob ordem do presidente Donald Trump.
  • Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados a Nova York, onde serão julgados por narcoterrorismo.
  • Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

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Nicolás Maduro é escoltado por militares
Maduro sendo escoltado para julgamento nos EUA após ser capturado na Venezuela
Maduro segue para tribunal
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA
Nicolás Maduro é levado para tribunal em Nova York
Maduro e a esposa, Cilia Flores, seguem para tribunal
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Maduro e a esposa, Cilia Flores, seguem para tribunal

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Nicolás Maduro é escoltado por militares
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Nicolás Maduro é escoltado por militares

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Maduro sendo escoltado para julgamento nos EUA após ser capturado na Venezuela
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Maduro sendo escoltado para julgamento nos EUA após ser capturado na Venezuela

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Maduro segue para tribunal
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Maduro segue para tribunal

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA

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Nicolás Maduro é levado para tribunal em Nova York
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Nicolás Maduro é levado para tribunal em Nova York

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Venezuelano seguiu de helicóptero até o tribunal
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Venezuelano seguiu de helicóptero até o tribunal

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro

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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA
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O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, preso nos EUA

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Maduro e esposa passam por audiência nos EUA

Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram indiciados por um júri federal de Nova York por crimes como narcoterrorismo. Na Justiça norte-americana, ele responderá por narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, uso de armas de guerra — metralhadoras e explosivos — e lavagem de recursos provenientes do tráfico.