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Mundo

Por "megadecreto", Justiça aceita 1ª ação contra Milei na Argentina

Oposição protocolou ação contra "megadecreto" de Milei para desregulamentar a economia da Argentina e Judiciário vai analisar legalidade

23/12/2023 18:09, atualizado 23/12/2023 18:24

O judiciário argentino vai analisar a legalidade da medida do presidente recém-empossado Javier Milei que derrubou mais de 300 leis com o objetivo de desregulamentar a economia do país.

A Justiça abriu uma ação após ser provocada pelo Observatório do Direito a Cidade, que argumenta que o “megadecreto” de Milei é antidemocrático e vai contra o direito coletivo, por impedir a participação popular na decisão.

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O gabinete de crise sobre as tempestades de Buenos Aires, da qual Milei faz parte
Javier Milei, presidente da Argentina
Chanceler de Lula, Mauro Vieira cumprimenta Javier Milei
O presidente da Argentina, Javier Milei, e sua equipe
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O presidente da Argentina, Javier Milei, e sua equipe

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O gabinete de crise sobre as tempestades de Buenos Aires, da qual Milei faz parte
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O gabinete de crise sobre as tempestades de Buenos Aires, da qual Milei faz parte

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Javier Milei, presidente da Argentina
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Javier Milei, presidente da Argentina

Tomas Cuesta/Getty Images
Chanceler de Lula, Mauro Vieira cumprimenta Javier Milei
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Chanceler de Lula, Mauro Vieira cumprimenta Javier Milei

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Milei anunciou o chamado Decreto de Necessidade de Emergência (DNU) na terça-feira (20/12). O documento derruba 366 leis, como as que regulam setores imobiliários, abastecimento e controle de preços. Também foram criadas regras que facilitam a privatização de estatais.

O processo para analisar a legalidade da medida foi autorizado pelo Tribunal Nacional. Milei prepara ainda uma série de projetos de Lei que serão enviados ao Congresso.

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Milei se pronunciou pelas redes sociais repostando a mensagem de um apoiador dizendo que “aqueles que se opõem a um decreto tão bom e necessário mostram a sua relutância em resolver as questões urgentes do país”. Veja: