Professor é retirado de maca após confusão em ato na Prefeitura de BH.
Protesto em secretaria da Prefeitura de BH acabou com um professor sendo levado para o hospital após cair e bater a cabeça

Belo Horizonte – Um professor da rede municipal de Belo Horizonte precisou ser retirado de maca após ficar ferido em uma confusão envolvendo manifestantes e agentes da Guarda Civil da capital mineira durante uma ocupação na Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão (SMPOG), na noite dessa terça-feira (2/6).
Imagens mostram o momento em que o educador, identificado pelos colegas como Daniel, é atendido por equipes de socorro e levado em uma maca para receber atendimento médico. Ele foi encaminhado ao Hospital João XXIII.
Na gravação, professores que participavam da ocupação afirmam que o docente caiu durante uma abordagem da Guarda Municipal e responsabilizam os agentes por eventuais consequências à saúde dele.
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Belo Horizonte (Sind-Rede/BH), representantes do comando de greve foram até a sede da secretaria para cobrar a abertura de negociações com a Prefeitura de Belo Horizonte. Como não teriam sido recebidos, permaneceram no saguão do prédio.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesDe acordo com a entidade, por volta das 20h30, houve um desentendimento quando um professor tentava receber água de uma colega que estava do lado de fora do prédio. O sindicato afirma que a intervenção da Guarda Municipal teria provocado a queda do educador, que bateu a cabeça no chão.
A entidade também alega que os manifestantes tiveram restrições para acessar alimentos, água e banheiros durante a ocupação.
Em nota, a Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte disse que não houve agressão por parte dos agentes. “A Guarda reforça que atuou de forma preventiva e dentro da legalidade, reafirmando o seu compromisso com a segurança e a integridade de todos os presentes”, diz o texto.
“A Guarda ressalta ainda que segue acompanhando a manifestação e atua para assegurar a ordem, a preservação do patrimônio público e o direito à manifestação pacífica”, finaliza.



