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Minas Gerais

Deputados mineiros que não votaram fim da escala 6x1 se explicam

Apenas três deputados mineiros estiveram ausentes da votação; dois deles chegaram a votar a matéria em primeiro turno

28/05/2026 14:29, atualizado 28/05/2026 19:45
Bruno Spada/Câmara dos Deputados
Câmara dos Deputados aprova fim da escala 6x1

Belo Horizonte – Durante a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1 na noite dessa terça-feira (28/5), três deputados federais mineiros não votaram no segundo turno. Dois alegaram que tiveram contratempos e destacaram apoio a proposta em primeiro turno.

O deputado federal Diego Andrade (PSD-MG) afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que votou favorável a proposta no primeiro turno, mas, como estava em meio a uma viagem retornando do sul de Minas para Belo Horizonte, acabou não conseguindo participar do segundo turno.

Problema técnico foi mencionado pelo deputado federal Misael Varella (PSD-MG) como justificativa para sua ausência no segundo turno, mas afirmou que é favorável a aprovação da matéria e que isso pode ser visto em seu primeiro voto.

O deputado federal Newton Cardoso Jr. (MDB), que não esteve presente em nenhuma das duas votações, emitiu nota oficial afirmando que votou favoravelmente à PEC 221/2019, conforme orientação partidária, mas não conseguiu registrar o voto no painel eletrônico devido a instabilidade no aplicativo e dificuldades de acesso à internet.

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Segundo o parlamentar, ele votaria “sim” tanto ao requerimento de encerramento da discussão quanto à emenda aglutinativa nº 1 e ao texto da proposta em segundo turno.

No primeiro turno, a matéria recebeu 472 votos favoráveis a aprovação e 22 contrários. Já no segundo turno, 461 políticos apertaram sim, contra 19.

A PEC do fim da escala 6×1 une dois projetos, um de autoria da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) e outro do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), com o objetivo de reduzir a jornada de trabalho de 44h semanais para 40h e garantir mais um dia de folga semanal.

Agora, a matéria seguirá para apreciação no Senado.