Eleição 2026

MG decide de novo? Estado mais disputado segue indefinido para eleição

Após eleição decidida no detalhe, Minas segue sem dono e vira alvo central de Lula e Flávio Bolsonaro

atualizado

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Lula e Flávio Bolsonaro em MG
1 de 1 Lula e Flávio Bolsonaro em MG - Foto: Arte/Metrópoles

Belo Horizonte – Segundo maior colégio eleitoral do Brasil, com mais de 16 milhões de eleitores, Minas Gerais tem decidido voto a voto suas disputas eleitorais, um cenário que promete se repetir em 2026.

Por causa do peso eleitoral desse estado-chave, os líderes nas pesquisas para a presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), têm se esforçado para buscar palanques fortes em Minas. Esforço que até agora não deu resultados definitivos para nenhum deles.

O 2º turno da eleição presidencial de 2022 foi o mais acirrado da história do Brasil, com Lula (PT) vencendo Jair Bolsonaro (PL) por 50,9% a 49,1%, com uma diferença de 2,1 milhões de votos. Em Minas foi mais apertado ainda, com o resultado mais acirrado entre todos os estados e o DF: Lula venceu Bolsonaro por 50,2% a 49,8%.

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Presidente Lula (PT)
Senador Flávio Bolsonaro
O governador de Minas, Romeu Zema
Nikolas e Flávio
Deputado Nikolas Ferreira
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro
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Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro

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Presidente Lula (PT)
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Presidente Lula (PT)

HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
Senador Flávio Bolsonaro
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Senador Flávio Bolsonaro

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O governador de Minas, Romeu Zema
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O governador de Minas, Romeu Zema

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Nikolas e Flávio
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Nikolas e Flávio

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Deputado Nikolas Ferreira
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Deputado Nikolas Ferreira

Hugo Barreto / Metrópoles

Uma diferença entre os dois de menos de 50 mil votos, fato que foi explorado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em discurso nesta semana.

Ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em evento em Brasília e buscando esfriar a disputa pública que teve com Eduardo Bolsonaro e aliados recentemente, Nikolas destacou a importância de fazer uma campanha sem erros em Minas.

“Cada voto agora importa, a maneira como cada um faz campanha. Somos o mesmo time, com posições diferentes, mas contra o mesmo inimigo”, disse o parlamentar, em referência a Lula. Nikolas chamou seu aliados a “fazer uma pré-campanha inteligente, que alcance outras pessoas, pessoas que no fim das contas acabam decidindo esse jogo”. Veja:

O PL de Nikolas e Flávio, porém, ainda não tem uma chapa para disputar em Minas e não decidiu se terá candidato próprio ou se vai compor com outra campanha. As opções de aliados são o senador Cleitinho (Republicanos) e o governador Mateus Simões (PSD), que vai tentar a reeleição.

Uma dificuldade em relação a Simões é que ele tem o compromisso de dar palanque para o ex-governador Romeu Zema (Novo), também pré-candidato à presidência. O que resolveria isso é se Zema fosse convidado e aceitasse ser vice na chapa de Flávio, um cenário que o mineiro descarta por enquanto.

Lula tenta viabilizar Pacheco

Enquanto Flávio Bolsonaro tem o desafio de tentar unir uma direita fragmentada em Minas, o grupo político de Lula precisa achar uma chapa competitiva em um cenário com poucos nomes.

O Plano A é convencer o senador Rodrigo Pacheco a concorrer ao governo com o apoio do PT. Um grande passo para isso foi dado com a filiação de Pacheco ao PSB na última semana, mas o senador ainda resiste a assumir uma candidatura, deixando a composição de Lula em Minas em compasso de espera.

Pesquisas mostram cenário apertado em MG

Pesquisas eleitorais feitas em Minas recentemente mostram um cenário apertado, mas com alguma vantagem para Lula.

Em levantamento AtlasIntel divulgado no início de abril, Lula aparece com 43,7% das intenções de voto para a presidência, contra 40,4% de Flávio Bolsonaro em um cenário de 1º turno.

Eles são seguidos por Romeu Zema (Novo), com 4,7%; Renan Santos (Missão), com 3,3%; o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), que soma 2,4%, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC) com 0,2%.

Em um cenário de 2º turno contra Flávio Bolsonaro, Lula venceria por 47,3% a 46,9%, dentro da margem de erro da pesquisa.

A Paraná Pesquisas, em março, levantou cenário apertado, com diferenças entre Lula e Flávio dentro da margem de erro de 2,7 pontos percentuais.

Em um cenário de 1º turno, Lula tem 36,7%, Flávio 32,1% e Zema 14,4%. Testados para 2º turno, Lula ficou com 45,1% das intenções de votos e Flávio com 42,7%.

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