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Minas Gerais

Cleitinho reage a críticas e vê blasfêmia em postagem de Trump

Senador Cleitinho disse que qualquer seguidor que apoie essa postagem de Trump não é de esquerda e muito menos cristão

Elanilza Carneiro13/04/2026 17:14
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Reprodução/ Rede Sociais
Cleitinho critica Trump

Belo Horizonte — O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) voltou a se manifestar nas redes sociais com relação a publicações do presidente norte-americano Donald Trump e aproveitou para rebater alguns seguidores que falaram, na semana passada, que ele estava com o “pé na esquerda” por não concordar com o republicano.

Em vídeo, ele rebate um seguidor que o criticou na semana passada: “Você que disse isso, você está com o pé no inferno. Você não passa de um fariseu e de um hipócrita. Você não é de direita e muito menos Cristão.”

Desta vez, Cleitinho criticou uma imagem que Trump publicou neste domingo (12/4), mas apagou horas depois. A imagem retratava o presidente como Jesus Cristo. Trump postou a imagem logo depois de ter falado que o Papa Leão XIV era “fraco”. A fala de Trump foi dita porque o Papa tem se manifestado condenando os conflitos no Oriente Médio.

Segundo o Cleitinho, a imagem postada por Trump é uma blasfêmia. Ele questionou seus seguidores se eles apoiavam a publicação de Trump. Cleitinho afirmou que já apoiou Trump em várias situações, mas que esse tipo de manifestação não teria o apoio dele. Veja a postagem:

 

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Relembre a postagem anterior

Na postagem anterior de Trump ele criticou Donald Trump, que prometeu acabar com uma civilização inteira, ameaçando o Irã.

O senador disse que a manisfestação de Trump “é impossível de apoiar”. “Inocentes não podem morrer pelos pecadores. Ele está procurando uma terceira guerra mundial”, falou.

Apesar da promessa de Trump, o presidente dos Estados Unidos recuou e afirmou na noite de terça que adiou por duas semanas o ultimato contra o Irã e condicionou um possível acordo à reabertura do Estreito de Ormuz.

Em publicação na plataforma Truth Social, o republicano afirmou que decidiu adiar os ataques após conversas com autoridades do Paquistão.