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Minas Gerais

Cleitinho critica Trump e irrita apoiadores: "Tá com pé na esquerda"

Cleitinho afirmou que a fala de Trump sobre acabar com uma civilização inteira "é impossível de apoiar" e recebeu críticas nas redes sociais

08/04/2026 08:53, atualizado 13/04/2026 15:58
Reprodução/Redes sociais
Cleitinho critica Trump

Belo Horizonte — O senador e possível pré-candidato ao governo de Minas Gerais Cleitinho Azevedo (Republicanos) resolveu se manifestar sobre um assunto polêmico envolvendo o presidente norte-americano Donald Trump e foi alvo de crítica pelos próprios seguidores nas redes sociais, na noite dessa terça-feira (7/4). Um deles chegou a afirmar que o político está “com um pezinho na esquerda”.

Em vídeo divulgado em seus perfis on-line, Cleitinho criticou a fala de Trump, que prometeu acabar com uma civilização inteira em ameaça ao Irã, no início da terça. Segundo o senador, essa manifestação “é impossível de apoiar”. “Inocentes não podem morrer pelos pecadores. Ele está procurando uma terceira guerra mundial”, disse.

A manifestação não foi bem vista por parte dos apoiadores de Cleitinho, que chegou a pedir para o político “ficar quieto” sobre temas envolvendo os outros países e focar apenas nos problemas de Minas Gerais. Líder nas pesquisas de intenção de voto, o senador ainda não confirmou a candidatura ao governo mineiro, mas já virou alvo de questionamentos sobre estar preparado para assumir o cargo.

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“Atenção liderança da direita de Minas Gerais, pelo amor de Deus arrumem um candidato que não seja esse cara. Ele vai decepcionar a direita”, escreveu um internauta que se diz “conservador” no perfil. “Tá com pezinho na esquerda, hein. Tá falando bobagem. Não entendeu o Trump, fica quieto”, falou outro.

Apesar da promessa de Trump, o presidente dos Estados Unidos recuou e afirmou na noite de terça que adiou por duas semanas o ultimato contra o Irã e condicionou um possível acordo à reabertura do Estreito de Ormuz.

Em publicação na plataforma Truth Social, o republicano afirmou que decidiu adiar os ataques após conversas com autoridades do Paquistão.