Lasanha na dieta? Veja 4 dicas para emagrecer sem abrir mão do prato
Nutricionista explica como adaptar o preparo da lasanha sem exagerar nas calorias e sem precisar excluir o prato da rotina
atualizado
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Impulsionado pela busca por conveniência e conforto, o mercado global de massas faturou US$ 75,5 bilhões (R$ 382,39 bilhões) em 2025, segundo a Fortune Business Insights. Nesse cenário, a lasanha desponta como paixão internacional e é celebrada em 29 de julho.
Embora o prato seja rotulado como um grande inimigo do emagrecimento nos almoços de família e no dia a dia, restrições radicais não são necessárias, de acordo com a nutricionista Fernanda Lopes.
“O resultado está muito mais relacionado à frequência de consumo, ao equilíbrio da rotina alimentar e às escolhas feitas no dia a dia do que a um alimento isoladamente. Pequenos ajustes na preparação já podem fazer diferença ao longo do processo”, esclarece a especialista.
Para transformar a receita, a primeira intervenção essencial ataca o uso de laticínios de alta densidade energética, como cheddar, gorgonzola e catupiry, que elevam as calorias devido ao excesso de gorduras.
“Queijos mais gordurosos aumentam a densidade calórica da refeição. Ajustar a quantidade e optar por versões mais leves, como ricota, cottage, muçarela light e minas frescal, ajuda na organização alimentar sem comprometer o sabor”, ensina Fernanda, nutricionista da Six Clinic.
Outro passo crucial é barrar os molhos industrializados, que sabotam a qualidade nutricional por estarem repletos de aditivos químicos, conservantes, açúcar, sódio e gorduras. Diante disso, ela sugere a autonomia da cozinha: “Preparações caseiras ajudam no controle dos ingredientes e permitem escolhas mais equilibradas. Uma boa opção é usar tomate natural, alho, cebola e temperos frescos no preparo”.
A base da massa também passa por uma metamorfose estratégica na busca por maior saciedade, uma vez que a farinha refinada tradicional fornece pouquíssimas fibras e acelera a fome. A solução apresentada pela profissional foca no uso de vegetais como substitutos parciais da estrutura de massas da receita.
“Substituições simples ajudam a diminuir o valor calórico do prato e aumentam o aporte de fibras na alimentação. Legumes como berinjela e abobrinha podem entrar no lugar de parte das camadas tradicionais sem alterar o sabor e ainda contribuem para maior saciedade”, detalha a nutricionista.

Por fim, a especialista reforça que nenhum ingrediente sozinho possui o poder de arruinar ou garantir o sucesso do gerenciamento de peso, que depende integralmente da constância e do estilo de vida. “
A perda de peso acontece de forma gradual e está muito mais ligada ao equilíbrio da rotina do que a uma refeição específica. Por isso, contar com acompanhamento médico e nutricional ao longo do processo faz diferença, inclusive com a praticidade da telemedicina e das consultas on-line, que ajudam muitas pessoas a manterem regularidade no cuidado com a saúde”, finaliza Fernanda.











