Dia do Croissant: veja uma receita clássica do pão francês mais amado
Símbolo da França, o croissant tem origem austríaca e virou estrela do café da manhã. Conheça a história e a receita clássica
atualizado
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Dourado, folhado e com aroma inconfundível, o croissant ganhou um dia para chamar de seu. Celebrado nesta sexta-feira (30/1), o Dia do Croissant vai muito além da vitrine das padarias e convida a revisitar a história curiosa de um dos pães mais famosos do mundo.
Apesar de ser associado à França, o clássico tem origem austríaca. Inspirado no kipferl, um pão em formato de meia-lua, o croissant atravessou fronteiras até ser aperfeiçoado pelos franceses e se tornar símbolo das boulangeries. Atualmente, ele é presença certa no café da manhã e no brunch, unindo tradição, técnica e o charme atemporal da gastronomia europeia.
Aventure-se na cozinha e aprenda a fazer essa delícia em casa:
Ingredientes
Massa
500 g de farinha de trigo
40 g de açúcar
10 g de sal
250 ml de água ou leite gelado
10 g de fermento biológico seco
250 g de manteiga sem sal
Modo de preparo
Massa base
Misture os ingredientes secos e adicione o líquido aos poucos. Sove até obter uma massa lisa. Deixe descansar na geladeira por pelo menos 2 horas (ou uma noite) para facilitar o manuseio.
Preparar a manteiga
Coloque a manteiga entre dois papéis manteiga e bata com um rolo até formar um quadrado uniforme de cerca de 1 cm de espessura.
Abra a massa em um retângulo e coloque a placa de manteiga no centro;
Feche a massa sobre a manteiga e abra novamente com o rolo;
Faça dobras em 3 partes, como uma carta, e leve à geladeira por 30 minutos;
Repita o processo de dobrar e resfriar mais duas vezes;
Abra a massa final em um retângulo grande e corte triângulos de base larga;
Comece a enrolar da base para a ponta, sem apertar muito;
Deixe os croissants crescerem em local fresco até dobrarem de tamanho;
Pincele com gema de ovo e asse em forno preaquecido a 200°C por cerca de 15 a 20 minutos, ou até dourarem bem;
Dica bônus
Use sempre ingredientes gelados e evite trabalhar em ambientes muito quentes para que a manteiga não derreta e se misture à massa, impedindo a formação das folhas crocantes.












