Tetra: diretor revela como convenceu Romário a participar de doc da Netflix
Tetra: Acreditar de Novo, da Netflix, conta com depoimentos de jogadores rivais da Seleção Brasileira que estiveram na Copa do Mundo de 1994
atualizado
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Tetra: Acreditar de Novo estreia na Netflix neste domingo (7/6) e traz bastidores inéditos sobre a vitoriosa campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994. O documentário é contado pelos jogadores que fizeram parte da geração, com destaque para Romário.
Dirigido por Luis Ara, o filme levou o ex-jogador Romário novamente ao Rose Bowl, nos EUA. O estádio sediou a final da Copa do Mundo de 1994. Em entrevista ao Metrópoles, o cineasta revelou detalhes inéditos da experiência.
“Ainda estávamos tentando convencer ele a fazer parte do documentário. Quando ele topou participar, eu fiz a proposta especial de levar ele novamente ao Rose Bowl. Ele arregalou os olhos e aceitou ir na mesma hora”, revela.
“Foi como levar uma criança ao parque de diversões. Fomos especificamente para isso, filmar dentro e fora do estádio. Ele ficou fascinado. Foi super legal, uma experiência que vou levar para toda a minha vida.”
A presença de rivais
Além de Romário, outros nomes como Bebeto, Branco, Raí, Zinho, Dunga, Márcio Santos e Viola também entregam relatos únicos ao documentário. A grande surpresa, entretanto, é a presença de Gianluca Pagliuca e Demetrio Albertini, jogadores da Itália que disputaram a final da Copa do Mundo de 1994 contra o Brasil e perderam.
Luis Ara celebra a presença dos atletas rivais porque ambos estiveram presentes na disputa de pênaltis que decidiu o mundial. Pagliuca era o goleiro da Itália e Albertini foi um dos jogadores que cobrou penalidade na tensa disputa.
“O documentário teve muitos desafios. Mas, com certeza, o mais difícil foi ter a presença dos jogadores italianos, porque eles não tinham tanta motivação para falar. Foi um desafio conseguir os depoimentos, mas fizemos tudo que planejamos e deu certo”, explica.
Copa do Mundo de 2026
A produção estreia dias antes da Copa do Mundo de 2026 e traz semelhanças com a atual Seleção Brasileira. Assim como em 1994, o Brasil chega questionado para a competição pela imprensa e gera certa desconfiança dos torcedores.
“É uma ótima janela de estreia. O documentário começou a ser produzido há um ano, mas a ideia sempre foi estrear próximo da Copa do Mundo. Tem um pouco de nostalgia e euforia, alimentando a expectativa para o que vai acontecer neste ano”, acredita.





