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Televisão

Repórter evita polêmica após cantada ao vivo: "Elogio não é assédio"

A repórter Paola Vianna, da Record, se manifestou nas redes sociais e colocou panos quentes na polêmica. Ela recebeu um elogio ao vivo

Repórter de Televisão24/03/2023 10:28
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Reprodução/Instagram
Foto colorida de Paola Vianna, repórter da Record - Metrópoles

Enquanto fazia a cobertura da greve dos metroviários em São Paulo, Paola Vianna ficou desconcertada ao receber um elogio de um homem que estava passando na rua. Entretanto, já nas redes sociais, a repórter fez questão de colocar panos quentes na polêmica e disse que tudo não passou de um elogio.

Ao final da abordagem, o rapaz falou sobre a beleza de Paola. “Com todo respeito, você é muito linda”, disparou. Compartilhando diversas mensagens que recebeu sobre o momento, a jornalista negou que tenha sofrido assédio. “Não vamos misturar as coisas! Recebi mensagens falando sobre assédio. Gente, não foi nada disso, né? Por favor”, declarou.

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Quatro linhas, que atendem a mais de 2,5 milhões de passageiros, amanheceram paralisadas por conta da greve no Metrô-SP
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Repórter Paola Vianna, da Record, recebe cantada ao vivo - Metrópoles
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Repórter Paola Vianna, da Record, recebe cantada ao vivo - Metrópoles

Record/Reprodução
A greve no metrô foi decretada na noite desta quarta (22/3)
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Paola Vianna, então, relembrou outras situações que já passou no trabalho. “Eu sou mulher. Eu seria a primeira a evidenciar aqui, a expor qualquer tipo de situação de ataque contra a mulher. Já recebi cantada nojenta no meio da rua, já recebi crítica, já fui até agredida quando mais nova, se vocês querem saber”, desabafou.

“Elogio não é assédio”, pontuou a repórter da Record.

A jornalista negou qualquer violência do homem. “Eu falo sobre denúncia, falo que ninguém pode deixar passar batido qualquer tipo de violência, ataque ou assédio. Assédio é um ato criminoso. Elogio é elogio. Esse rapaz foi muito respeitoso e educado e se sentiu muito agradecido depois de o ajudarmos ao vivo com a ligação. Não vamos generalizar as coisas, sem discurso de ódio, sem ser feminista em exagero”, finalizou.

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