Renata Vasconcellos pode deixar JN em 2027: veja cotadas ao posto
Segundo o colunista Lo Bianco, Rede Globo já tem um nome para substituir Renata Vasconcellos a partir de setembro de 2027

Depois da saída de William Bonner, Renata Vasconcellos pode ser a próxima a deixar a bancada do Jornal Nacional, da TV Globo. Segundo o colunista Alessandro Lo Bianco, do A Tarde É Sua, da Rede TV!, a emissora tem planos substituí-la na função a partir de setembro de 2027.
Segundo Lo Bianco, será Camila Bomfim quem assumirá a bancada do Jornal Nacional. A apresentadora do Conexão GloboNews tem cerca de 20 anos na Globo, com passagem pela reportagem do Fantástico e inclusive já sentou na bancada do JN durante o rodízio de apresentadores nos feriados e fins de semana.
Mudanças na bancada do Jornal Nacional
- Em 2025, William Bonner deixou a bancada do Jornal Nacional, do qual também era editor-chefe, depois de quase 30 anos. Ele deu lugar a César Tralli, que assumiu como âncora do telejornal em novembro daquele ano.
- De acordo com Lo Bianco, a mudança gradual foi planejada para não prejudicar o vínculo dos telespectadores aos rostos já conhecidos da emissora.
- O cronograma das mudanças na bancada do Jornal Nacional deverá ser oficializado a partir de outubro deste ano, após o fim do calendário eleitoral.

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Segundo o colunista Lo Bianco, a Rede Globo deve formalizar o cronograma interno para definir a substituta de Renata Vasconcellos na bancada do Jornal Nacional após o término do calendário eleitoral, em outubro deste ano.
A nova jornalista da bancada do JN deverá assumir a partir de setembro de 2027. A busca nos bastidores da emissora por este nome, no entanto, teria começado com o anúncio da substituição de William Bonner por César Tralli.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesAlém de Camilla Bonfim, outras jornalistas da casa já foram cotadas para o posto de Renata Vasconcellos. Saiba quem são:
Ana Paula Araújo
Com 31 anos de emissora, Ana Paula Araújo, do Bom Dia Brasil, talvez seja a favorita dos executivos da Globo. Estreou no JN em 2011, depois de se destacar no antigo RJTV e em reportagens de peso. É reconhecida pela capacidade rara de conduzir transmissões ao vivo improvisando com segurança. Fora das câmeras, mantém produção relevante como autora e debatedora sobre violência doméstica e abuso sexual.
Aline Midlej
Âncora do Jornal das Dez desde 2021, também entrou rápido no radar. Criou estilo próprio — comentários firmes, cobranças diretas a autoridades — e, dois meses depois da estreia na GloboNews, já ocupava eventualmente a bancada do JN. Tem se tornado uma das vozes mais contundentes contra o racismo, com crônicas que ecoam demandas sociais. Em quase seis décadas de telejornal, nenhuma mulher negra foi apresentadora fixa do JN, apesar de as brasileiras pretas formarem o maior grupo populacional do país.
Renata Lo Prete
Pela tradição da Globo, o titular do Jornal da Globo costuma integrar o rodízio do JN, regra que só não se aplicou a ela até agora. Desde 2017 no comando do noticiário noturno, Lo Prete é peça-chave em coberturas eleitorais e análises políticas.















