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Artes Plásticas

Transborda Brasília 2018 anuncia os quatro vencedores

As obras ficarão expostas até 7 de outubro na galeria Acervo da Caixa Cultural

17/09/2018 16:20
Gu da Cei/Divulgação
Transborda Brasília 2018 anuncia os quatro vencedores

A Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea 2018 divulgou os quatro vencedores desta edição.

Confira abaixo os vencedores:

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<b>Hilan Bensusan</b> faz performance, filosofia e instalação. Também age como professor na UnB e investiga temas como "animismo, hospitalidade, futuros inorgânicos e interrupções". Ele já fez instalações em várias cidades: Bogotá, Bruxelas, Brasília, São Paulo, Londres, Paris, Montes Claros e Shashamane, entre outras
<b>Laura Fraiz-Grijalba</b>, de apenas 22 anos, também foi premiada pelo seu trabalho com gravura e vídeo, utilizando elementos da internet e do uso da própria imagem para discutir a memória, violência e intimidade
<b>Raquel Nava</b> completa os quatro premiados, e investiga o ciclo da matéria orgânica e inorgânica em relação a desejos e hábitos culturais, usando taxidermia e restos biológicos de animais justapostos a materiais industrializados em suas instalações. Ela diversifica sua produção com técnicas e materiais mas sempre há uma referência órgãos ou organismos
Um dos premiados é <b>Gu da Cei</b>, pesquisador da Faculdade de Comunicação UnB. Atualmente seu trabalho foca na intervenção urbana, performance e vídeo, além de tentar compreender o diálogo entre processos históricos e contemporâneos da fotografia assim como são exibidos e por onde circulam
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Um dos premiados é Gu da Cei, pesquisador da Faculdade de Comunicação UnB. Atualmente seu trabalho foca na intervenção urbana, performance e vídeo, além de tentar compreender o diálogo entre processos históricos e contemporâneos da fotografia assim como são exibidos e por onde circulam

Joana França/Divulgação
<b>Hilan Bensusan</b> faz performance, filosofia e instalação. Também age como professor na UnB e investiga temas como "animismo, hospitalidade, futuros inorgânicos e interrupções". Ele já fez instalações em várias cidades: Bogotá, Bruxelas, Brasília, São Paulo, Londres, Paris, Montes Claros e Shashamane, entre outras
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Hilan Bensusan faz performance, filosofia e instalação. Também age como professor na UnB e investiga temas como "animismo, hospitalidade, futuros inorgânicos e interrupções". Ele já fez instalações em várias cidades: Bogotá, Bruxelas, Brasília, São Paulo, Londres, Paris, Montes Claros e Shashamane, entre outras

Joana França/Divulgação
<b>Laura Fraiz-Grijalba</b>, de apenas 22 anos, também foi premiada pelo seu trabalho com gravura e vídeo, utilizando elementos da internet e do uso da própria imagem para discutir a memória, violência e intimidade
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Laura Fraiz-Grijalba, de apenas 22 anos, também foi premiada pelo seu trabalho com gravura e vídeo, utilizando elementos da internet e do uso da própria imagem para discutir a memória, violência e intimidade

Joana França/Divulgação
<b>Raquel Nava</b> completa os quatro premiados, e investiga o ciclo da matéria orgânica e inorgânica em relação a desejos e hábitos culturais, usando taxidermia e restos biológicos de animais justapostos a materiais industrializados em suas instalações. Ela diversifica sua produção com técnicas e materiais mas sempre há uma referência órgãos ou organismos
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Raquel Nava completa os quatro premiados, e investiga o ciclo da matéria orgânica e inorgânica em relação a desejos e hábitos culturais, usando taxidermia e restos biológicos de animais justapostos a materiais industrializados em suas instalações. Ela diversifica sua produção com técnicas e materiais mas sempre há uma referência órgãos ou organismos

Joana França/Divulgação

A comissão julgadora foi formada pelos críticos de arte e curadores Agnaldo Farias (SP), Clarissa Diniz (PE), Guga Carvalho (PI), Lisette Lagnado (RJ) e Marilia Panitz (DF). Cada artista vitorioso recebe um prêmio de R$ 15 mil e uma condecoração especial de pesquisa e acompanhamento crítico com Clarissa Diniz.

As obras dos artistas selecionados serão expostas noa Galeria Acervo da Caixa Cultural Brasília com entrada franca.

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Polêmica
O fotógrafo Diego Bresani, ao inscrever a obra My Sweet President (“Meu doce presidente”, em português), teve a participação vetada durante os preparativos da mostra Transborda Brasília 2018. O retrato em questão foi feito para a revista GQ em 2014, republicada pela IstoÉ.

Quando Eduardo Bolsonaro postou essa foto em suas redes sociais e marcou Bresani, o fotógrafo recebeu uma avalanche de ameaças e ofensas dos apoiadores do candidato.

Transborda Brasília 2018 anuncia os quatro vencedores - destaque galeria
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Ameaças direcionadas ao fotógrafo
Agressões e ofensas a Bresani recolhidas na internet
O post de Eduardo Bolsonaro que resultou na onda de agressões ao fotógrafo de Brasília
A obra My Sweet President ainda empacotada: vetada
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Diego Bresani/Divulgação
Ameaças direcionadas ao fotógrafo
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Ameaças direcionadas ao fotógrafo

Internet / Divulgação
Agressões e ofensas a Bresani recolhidas na internet
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Agressões e ofensas a Bresani recolhidas na internet

Internet / Divulgação
O post de Eduardo Bolsonaro que resultou na onda de agressões ao fotógrafo de Brasília
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O post de Eduardo Bolsonaro que resultou na onda de agressões ao fotógrafo de Brasília

Instagram
A obra My Sweet President ainda empacotada: vetada
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A obra My Sweet President ainda empacotada: vetada

Diego Bresani / Divulgação

Por meio de nota oficial enviada ao Metrópoles, a Caixa confirmou que a obra não seria exposta “por cumprimento da Lei 9.504/97”, que diz respeito ao processo eleitoral. Ainda afirmaram que “os agentes públicos, são proibidos de veicular qualquer conteúdo relativo a candidatos durante os três meses que antecedem o primeiro turno das eleições”.

Transborda Brasília 2018
A obra dos vencedores ficarão expostas até 7 de outubro, de terça a domingo das 9h às 21h, na Galeria Acervo da Caixa Cultural Brasília (SBS, quadra 4, lotes 3/4 – Asa Sul). Mais informações: (61) 3206-9448/9449. Entrada franca